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Shoppings: Market Place / JK Iguatemi / Iguatemi - julho - Exposição



WARNER BROS. TRAZ BATPOD AO BRASIL ANTES DO LANÇAMENTO DE BATMAN: O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGEÚltimo capítulo da trilogia de Christopher Nolan tem estreia prevista para 27 julho
Em comemoração ao lançamento de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, que encerra a trilogia do Homem-Morcego do diretor Christopher Nolan, a Warner Bros. Pictures, em parceria com os shoppings Iguatemi São Paulo, JK Iguatemi e Market Place, da Iguatemi Empresas de Shopping Centers, trará a Batpod ao Brasil. A moto utilizada pelo herói em seu último filme passará por três shoppings em São Paulo, em exposição aberta ao público a partir do dia 15 de julho.
A jornada da Batpod no Brasil começa no Shopping Market Place, de 15 a 17 de julho. Na sequência, passará pelo recém-inaugurado Shopping JK Iguatemi, de 18 a 20 de julho, e pelo Shopping Iguatemi nos dias 21, 22 e 23 de julho.
Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge traz novamente o vencedor do Oscar® Christian Bale (O Vencedor) no papel duplo de Bruce Wayne / Batman. O elenco estelar do filme conta ainda com Anne Hathaway como Selina Kyle, Tom Hardy como Bane, a vencedora do Oscar® Marion Cotillard ("Piaf - Um Hino ao Amor") como Miranda Tate e Joseph Gordon-Levitt como John Blake. Retornando ao elenco principal, está o vencedor do Oscar® Michael Caine ("Regras da Vida") interpretando Alfred, Gary Oldman como o Comissário Gordon e o vencedor do Oscar® Morgan Freeman ("Menina de Ouro") reprisando o papel de Lucius Fox.
O roteiro de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge foi escrito por Christopher Nolan e Jonathan Nolan, e a história é de Christopher Nolan & David S. Goyer. O filme tem produção de Emma Thomas, Christopher Nolan e Charles Roven, que já trabalharam juntos em Batman Begins e no sucesso de bilheteria O Cavaleiro das Trevas. Os produtores executivos são Benjamin Melniker, Michael E. Uslan, Kevin De La Noy e Thomas Tull, com Jordan Goldberg como coprodutor. O filme é baseado nos personagens que aparecem nas histórias em quadrinhos publicadas pela DC Comics. Batman foi criado por Bob Kane.
Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge é uma apresentação da Warner Bros. Pictures, em associação com a Legendary Pictures. Com estreia em 27 de julho no Brasil, o filme será distribuído pela Warner Bros. Pictures, uma empresa do grupo Warner Bros. Entertainment


Empresários mobilizam-se para eleição em SP


Nabil Sahyoun


Antes refratário a apoiar campanhas eleitorais, o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun (foto), reviu seus conceitos depois do fechamento de um shopping e o impedimento para que outro abrisse. "Nas outras eleições, não apoiamos diretamente nenhum candidato. Mas este ano, pelos problemas que tivemos, há o entendimento de que é fundamental ter uma participação maior na eleição", diz.
O 'problema' a que se refere Sahyoun é o veto da Prefeitura de São Paulo à inauguração do Shopping JK Iguatemi antes que fosse construída uma ponte para reduzir o trânsito causado. A obra ainda não foi concluída, mas, depois de dois meses, o shopping recebeu permissão para abrir. Houve também o fechamento do Center Norte, um dos maiores da cidade, erguido sobre um lixão nos anos 1980 e que tinha risco de explosão. Além das denúncias de propina para liberar licenças de funcionamento.
O representante dos lojistas diz que é 'absurda' a demora dos órgãos públicos para liberar empreendimentos que contribuem para o desenvolvimento da cidade. "A prefeitura exige mais de 70 documentos, uma parafernália de papéis, e não tem prazo para aprová-los. Toda essa burocracia atrasa a vida de São Paulo", diz.
Nesta eleição, o empresário quer a promessa de que haverá redução no número de documentos necessários e que será estabelecido prazo para os departamentos responsáveis avaliarem as certidões. "Podemos assumir publicamente o apoio ao candidato que lavrar esse compromisso em cartório", afirma.
O pleito pela desburocratização, diz, tem o apoio de entidades que representam o comércio, franquias e supermercados. "Não queremos tudo para nosso setor, mas quem paga imposto, quem gera riqueza, tem que ser respeitado", exige.
A exemplo dos lojistas, outros setores se movimentam para influenciar a eleição da maior cidade brasileira. Durante dois meses, o Valor ouviu empresários e representantes de associações empresariais, e acompanhou reuniões de candidatos com setores privados. Presenciou pedidos que envolvem desde contratos milionários da prefeitura até a inclusão do pão francês - comprado em padarias próximas - no cardápio das escolas municipais.
Dessas conversas colheu que a ação mais polêmica do atual governo, do prefeito Gilberto Kassab (PSD), foi a restrição ao tráfego de caminhões nas principais vias da cidade nos horários de pico. Feita para aumentar a fluidez de um trânsito cada vez mais travado, a proibição aumentou os custos com transporte, dizem empresários de vários setores.
Os empresários reconhecem, porém, que são necessárias ações para amenizar os problemas de mobilidade da capital, que também atrapalham seus negócios. "A limitação de horários aumenta os custos para as construtoras, mas sabemos que não é uma discussão fácil e que envolve toda a sociedade", afirma o vice-presidente de Obras Públicas do Sindicato da Indústria de Construção Civil (Sinduscon), Luiz Antônio Messias.
Para o diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo (Abresi), Edson Pinto, é preciso flexibilizar as restrições. "Os caminhões com produtos perecíveis não podem ficar parados fora da cidade, à espera do horário para entrar em São Paulo, ou há sério risco dos produtos estragarem", reclama.
Os candidatos se dividem sobre as restrições. O ex-deputado Celso Russomano (PRB) afirma que discutirá a restrição com o setor de transporte para evitar o desabastecimento da cidade. Outro que questiona a medida é o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB). "A eficácia é duvidosa. A cidade passou a enfrentar trânsito em horários em que anteriormente não havia", diz. O pemedebista não afirma, contudo, se acabará com a restrição.
Já o ex-governador José Serra (PSDB) e o ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) concordam com a restrição, mas por motivos diferentes. O tucano avalia como positiva a ação do prefeito, que é seu aliado. "O que se fez foi reordenar a circulação desses veículos, muitos de fora da cidade, e não simplesmente proibir a circulação", afirma. O petista considera o veto uma "medida emergencial", mas diz que o manterá por causa da falta de investimento, que impede a população de trocar o carro pelo transporte público.
Empresários também querem rediscutir a Lei Cidade Limpa, uma das ações mais populares do prefeito Gilberto Kassab por diminuir a poluição visual da cidade, que acabou com outdoors, reduziu o tamanho das fachadas de lojas e restringiu a publicidade exterior na capital.
Para representantes do setor, as restrições foram duras demais. "Todas as cidades do mundo têm publicidade exterior. Em algumas cidades, é até ponto turístico, mas em São Paulo a lei é muito restritiva", afirma o presidente do Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado de São Paulo (Sepex-SP), João Silva.
O sindicato pretende conversar com os candidatos para expor seu ponto de vista e apresentar projeto para permitir o retorno dos outdoors "de forma mais controlada". "Entendemos que havia exageros antes e não queremos uma lei permissiva, mas que regulamente o meio com regras de tamanho e distância entre as placas", diz.
No que depender dos candidatos, porém, essas empresas ainda terão poucos negócios a fazer na cidade - que, segundo o sindicato patronal, respondia por 30% do faturamento com publicidade exterior de todo o Estado em 2007, quando a lei entrou em vigor.
Haddad, Chalita e Serra dizem ser contra alterações no Cidade Limpa. Russomano é o único favorável à volta de placas e outdoors, desde que como contrapartida o anunciante faça a manutenção de equipamentos públicos, como uma praça ou jardim. A ideia é a mesma da licitação do mobiliário urbano, que Kassab lançou este ano.
O prefeito pretende liberar a propaganda em abrigos de ônibus e relógios de rua em troca da manutenção deles e do pagamento de uma contrapartida. Dividida em dois lotes, a licitação, suspensa pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) para esclarecimentos, exclui as pequenas, médias e até grandes empresas do setor, reclama João Silva.
"Do jeito que está, só as grandes multinacionais participarão", critica. O lote dos abrigos de ônibus exige investimento de R$ 540 milhões nos pontos e pagamento de R$ 133 milhões à prefeitura paulistana, além de uma outorga decidida em leilão - o maior lance leva a concessão por 25 anos. Nos relógios, o investimento é de R$ 146 milhões, mais as outras contrapartidas.
O modelo é criticado por Russomano, que pretende mudar a licitação para permitir que empresas menores concorram. Já Haddad promete destinar os anúncios a pequenas e médias empresas, que não têm condições de fazer propaganda em veículos de massa. Serra é o único que defende a atual licitação, sem propor mudanças. Chalita diz que irá estudar o assunto.
O modelo de grandes licitações, presente na disputa pelo mobiliário urbano, gera reclamações também no ramo de obras públicas e de limpeza urbana por excluir companhias menores.
A megalicitação do lixo foi contestada na Justiça pelas empresas que realizavam os serviços de limpeza de bocas de bueiro e varrição de ruas, agora prestados por duas concessionárias. Elas não conseguiram barrar a assinatura do contrato, de R$ 2,1 bilhões por três anos, que foi assinado em dezembro de 2011. Caberá ao novo prefeito, portanto, prorrogar o contrato ou fazer uma nova licitação, se achar que o serviço não está satisfatório.
Ariovaldo Caodaglio, presidente do Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur), defende a licitação conjunta como um das grandes conquistas do setor. "No modelo anterior, feito em 2004 pagava-se para limpar a cidade, pela tonelagem transportada para o lixão. Agora, paga-se para mantê-la limpa, com bônus ou deduções dependendo da avaliação dos serviços", diz.
Segundo Caodaglio, isso obriga as concessionárias a realizar campanhas para conscientizar à população a não sujar a cidade- uma peça publicitária será exibida em breve na televisão para esclarecer "sobre a importância de cuidar de São Paulo". "A população já percebeu a melhora na limpeza. Esperamos que a próxima gestão, independente da coloração partidária, apoie e colabore com esse novo modelo", diz.
Os candidatos questionados pelo Valor dizem que precisam avaliar individualmente os contratos para definir se o melhor é realizar a licitação de vários serviços conjuntamente, como ocorreu na limpeza urbana, ou se estes serão realizados por várias empresas.
Fonte: Valor Econômico

Shopping JK Iguatemi - Junho - Notícias

O primeiro dia útil do shopping JK Iguatemi, ontem, teve filas por todos os lados na hora do almoço. A praça de alimentação fazia sucesso entre funcionários das empresas da região da Vila Olímpia. Perto das 13h, a praça de alimentação estava totalmente tomada. Do Bon Grillé ao Viena, era preciso enfrentar ao menos cinco cidadãos até que chegasse sua vez. Quem decidiu pela calmaria dos restaurantes foi obrigado a ir passear pelos corredores da Prada, Chanel e Louboutin (que, aliás, ainda não abriram as portas) enquanto esperavam por pelo menos 20 minutos para conseguir uma mesa no Ráscal ou no Almanara.

Fonte: Rodrigo Uchoa - Blue Chip - Valor Econômico

Após impasse, shopping JK Iguatemi será inaugurado


O shopping JK Iguatemi, na capital paulista, finalmente abrirá as portas ao público nesta sexta-feira, mais de dois meses após a inauguração programada ter sido barrada pela Justiça.
Segundo nota da assessoria de imprensa da administradora Iguatemi, responsável pelo empreendimento juntamente com a construtora WTorre, o centro de compras começará a funcionar no dia 22, às 15h, depois de ter obtido todas as licenças públicas necessárias.
Prevista inicialmente para 19 de abril, a abertura do shopping no cruzamento das avenidas Juscelino Kubitschek e Nações Unidas foi proibida por liminar concedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, devido à não conclusão de obras exigidas para desafogar o trânsito na região.
Para o shopping abrir as portas, a Prefeitura exigiu a construção de um viaduto, de faixa adicional num trecho da marginal do rio Pinheiros, o prolongamento da ciclovia à beira do rio e uma passarela interligando a ciclovia ao Parque do Povo, que fica próximo do empreendimento.
Estão pendentes a passarela e o viaduto, que devem ficar prontos em outubro, segundo a assessoria de imprensa da Wtorre.
A pedido da Procuradoria Geral do Município de São Paulo, a CET realizou estudo com base na divisão dos empreendimentos do complexo que inclui, além do shopping, duas torres comerciais e o antigo prédio da loja de artigos de luxo Daslu.
Após simulações de funcionamento de cada parte isoladamente, a CET concluiu que o JK Iguatemi é o único empreendimento que poderia funcionar sem causar prejuízos ao trânsito local, considerando as obras solicitadas já realizadas, que incluíram a quarta faixa da Marginal Pinheiros, recém-finalizada.
A Secretaria Municipal de Transportes (SMT) autorizou, então, a emissão do Termo de Recebimento e Aceitação Parcial (Trap), permitindo o funcionamento do shopping
A expectativa pela inauguração do shopping JK Iguatemi ganhou destaque por abrigar a chegada de cerca de 30 marcas inéditas no país, como Top Shop, Chanel Beaute, Prada e Dolce & Gabbana Tory Burch.
Em meio ao impasse para a abertura, lojistas e associações do setor elevaram o tom, alegando prejuízos sem precedentes em decorrência do atraso para abrir as portas.
Com quatro pisos de lojas e estimativa de público diário de 20 mil pessoas, o shopping JK Iguatemi tem área bruta locável de 35.246 metros quadrados e teve investimentos de 322,3 milhões de reais.

Prefeitura concede o Habite-se ao Shopping JK Iguatemi


A prefeitura de São Paulo concedeu, há pouco, o pedido de Certidão de Conclusão da Obra (o Habite-se), para o Shopping JK Iguatemi. O documento será publicado dia 21 no Diário Oficial. A análise do pedido de licença de funcionamento ainda prossegue “sem previsão de término e deliberação”, ressalta a prefeitura.
Segundo fonte com conhecimento do assunto, a concessão do alvará, em geral, sai logo após a liberação do Habite-se. De acordo com a mesma fonte, há uma expectativa de que o documento final seja concedido até amanhã. Caso isso se confirme, o shopping abriria finalmente as suas portas nesta sexta-feira, dia 22.

Fonte: Valor.com.br

Shopping JK deve ter autorização com horário alternativo


Shopping JK deve receber autorização para abrir as portas nos próximos diasUma das recomendações da Companhia de Engenharia e Tráfego (CET) para autorizar a abertura do shopping JK Iguatemi é que ele funcione a partir das 10h30, segundo informações publicadas pelo jornal Folha de S. Paulonesta quarta-feira. O objetivo da CET ao recomendar a abertura 30 minutos após o horário tradicional dos shoppings é evitar congestionamentos. De acordo com o jornal, a secretaria municipal de transportes teria confirmado que o shopping aceitou a recomendação.
Segundo a publicação, a abertura do shopping depende agora da emissão do Habite-se e do alvará de funcionamento, o que deve ocorrer até sexta-feira. O jornal ainda afirma que a CET não tem autoridade para obrigar o shopping a cumprir a recomendação. A companhia também teria solicitado que os estacionamentos do estabelecimento só funcionassem a partir das 10h30 e que as cargas e descargas de produtos sejam realizadas apenas no período noturno. O shopping de luxo terá 189 lojas e prevê receber 20 mil pessoas por dia.


Fonte: Terra

Shopping JK Iguatemi obtém principal autorização para abertura


Controlado pelo Iguatemi Empresa de Shopping Centers e pelo grupo WTorre, o shopping JK Iguatemi obteve, enfim, o principal documento necessário para a abertura do empreendimento, o Termo de Recebimento de Aceitação Parcial (TRAP). A informação a respeito da liberação do termo consta no Diário Oficial de São Paulo datado desta sexta-feira, e o termo foi emitido pela Secretaria Municipal de Transportes. 
A liberação do TRAP era aguardada há meses pela direção do empreendimento. 
A partir de agora, falta ao shopping solicitar a “certidão de habite-se”, o último documento necessário para que um empreendimento possa iniciar a operação. A obtenção do habite-se tende a ser menos complexa do que a do TRAP, na avaliação de fontes próximas aos controladores. 
O shopping ainda não tem data para abrir. A abertura estava marcada para 19 de abril, mas a falta do TRAP atrasou a abertura. Ou seja, até a inauguração, o atraso deve superar dois meses.
Com o termo, é possível inaugurar o JK Iguatemi enquanto as últimas obras viárias na região, exigidas pela prefeitura, estão sendo realizadas pela WTorre. A principal obra é o viaduto que liga a avenida Juscelino Kubitschek e a Marginal Pinheiros, que só deve ficar pronto em 2013. No entanto, a abertura do empreendimento pode acontecer, na avaliação final da prefeitura, porque as obras realizadas até o momento devem desafogar o trânsito na região.

Shopping JK Iguatemi: lojistas recebem data oficial de abertura



Shopping Jk: abertura na semana que vem, segundo comunicado (Foto ilustrativa: Divulgação)

Mais um capítulo para a história da tão esperada inauguração do Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. Alguns lojistas contaram à coluna que receberam nesta sexta-feira uma ligação da administração informando que o comunicado oficial com a data de abertura chegará ainda esta tarde, mas já adiantaram que será no dia 19 ou 20 de junho, ou seja, no começo da semana que vem.

Algumas marcas que estarão no shopping abrem pela primeira vez no Brasil. Entre elas, a Lanvin, a pâtisserie francesa Ladurée e a gigante de fast fashion inglesa Topshop.

Fonte: Coluna Vivi Mascaro (IG)


De portas fechadas, shopping JK Iguatemi leva lojistas ao prejuízo


Daqui a uma semana, o shopping JK Iguatemi deveria comemorar dois meses de operação, tendo passado por duas das datas mais importantes para o varejo. Em vez disso, o empreendimento está prestes a completar 60 dias com a inauguração barrada pela Justiça, num cenário de prejuízo sem precedentes para lojistas.
O Iguatemi JK deveria estar aberto há dois mesesPrevista inicialmente para 19 de abril, a abertura do shopping no cruzamento das avenidas Juscelino Kubitschek e Nações Unidas, na capital paulista, foi proibida por liminar concedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, devido à não conclusão das obras para desafogar o trânsito na região.
Para ser concluído, o ciclo de aprovações da prefeitura depende de aval da Secretaria Municipal de Transportes (SMT). Esta aguarda os resultados de um estudo sobre o impacto no trânsito local, encomendado pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
A construtora WTorre, responsável pelo empreendimento juntamente com a administradora Iguatemi, argumenta que depositou os recursos exigidos para as obras, que só não saíram pela demora da Prefeitura em conceder as aprovações
Por sua vez, os lojistas estão revoltados e reclamam de prejuízos vultosos pelos dois meses em que as lojas estão fechadas, sem contar as demissões de funcionários e coleções adquiridas seis meses antes, que ficarão encalhadas no estoque.
"O prejuízo é monstruoso... vamos ficar com a mercadoria perdida porque moda é perecível, não teremos onde vender uma coleção passada", disse à Reuters o presidente da Laep Investments, Luiz Cezar Fernandes. A Laep é controladora da boutique de luxo Daslu, que terá uma loja no JK.
O impasse fez os lojistas perderem o período de vendas de Dia das Mães e Dia dos Namorados, segunda e terceira datas mais importantes para o varejo depois do Natal. Segundo estimativas da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), uma loja convencional vende entre 30 mil e 50 mil reais por dia. Considerando que o shopping JK é voltado principalmente às classes de renda mais altas, com grande parte do mix formado por lojas de grife, a quantia diária seria maior.
"Multiplique isso por 180 lojas fechadas... o prejuízo é muito grande", afirmou o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, que adicionou à lista de prejuízos a deterioração da imagem da maior cidade brasileira junto a investidores internacionais.
"São 30 empresas estrangeiras de primeira linha que não conseguem abrir as portas e mais de 3.600 funcionários", disse Sahyoun. "Temos a informação de que algumas delas já estão demitindo, mas o pior é a imagem negativa para São Paulo". O shopping JK Iguatemi ganhou destaque por abrigar a chegada de cerca de 30 marcas inéditas no País, como Top Shop, Chanel Beaute, Prada e Dolce & Gabbana Tory Burch.

Reclamações ganham força
Em meio à demora por uma solução, as partes que se sentem prejudicadas vêm elevando o tom. A Alshop planeja manifestação em frente ao JK na próxima semana, buscando uma reunião conclusiva com o prefeito Gilberto Kassab, que não tem se pronunciado sobre o assunto. "O problema é mais político do que técnico, não faz sentido nenhum", acrescentou o presidente da Laep.
A WTorre aguarda o Termo de Recebimento e Aceitação Parcial (Trap), emitido pela SMT, que permitiria o funcionamento do empreendimento, apesar das obras não terem sido concluídas. Para o shopping abrir as portas, a Prefeitura exigiu a construção de um viaduto, de faixa adicional num trecho da Marginal Pinheiros, o prolongamento da ciclovia à beira do rio e uma passarela interligando a ciclovia ao Parque do Povo.
Estão pendentes a passarela e o viaduto, sendo que este último deve ser concluído em outubro. Após ter desembolsado cerca de R$ 55 milhões na primeira fase das obras, a WTorre deve gastar mais R$ 42 milhões.
Procurada pela Reuters, a SMT afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que não há novidades sobre o caso, que está sob responsabilidade da CET, responsável pelo estudo sobre o impacto no trânsito local, necessário para emissão do Trap.
Se liberado, o Trap permitirá à WTorre solicitar o "Habite-se" junto à Prefeitura, que terá dez dias para liberá-lo. Só então o shopping terá permissão para entrar em funcionamento. A CET não retornou imediatamente um pedido de comentário.
"É uma vergonha do ponto de vista da gestão pública, que permitiu a construção do shopping", disse Sahyoun. "Existe má vontade em liberar o Trap, e não sei o que há por trás disso, mas o trânsito não é o problema".
O Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo (Sindilojas-SP) divulgou recentemente um levantamento em que aponta, além do enorme prejuízo, risco de desemprego em massa e os efeitos negativos à imagem institucional do Estado e do País.
"Se não remediado a tempo, o efeito dominó poderá ser implacável não apenas para a categoria comerciária, mas para a empresarial, principalmente", assinalou o presidente do Sindilojas-SP, Ruy Nazarian.

Compensações
No início de maio, Carlos Jereissati Filho, presidente-executivo da Iguatemi, dissera que o impasse deveria ser solucionado ainda naquele mês. O cenário atual, contudo, revela lojistas contrariados e na expectativa de algum tipo de compensação, como renegociação de contratos de aluguel. "Terá que haver uma conversa de bom nível", disse Fernandes, da Laep. "Terão de dar ao lojista alguma contrapartida". Iguatemi e WTorre não comentaram o assunto.
Com quatro pisos de lojas e estimativa de público diário de 20 mil pessoas, o shopping JK Iguatemi tem área bruta locável de 35.246 metros quadrados e teve investimentos de 322,3 milhões de reais. O complexo conta ainda com duas torres comerciais.

Fonte: Terra.com.br

Irritados, lojistas do JK discutem estratégia


Nos últimos dias, subiu o tom de insatisfação de lojistas do shopping JK Iguatemi em relação ao atraso na abertura do empreendimento, localizado na zona oeste de São Paulo. O shopping, controlado pela Iguatemi Empresa de Shopping Centers e pela WTorre, deveria ter sido aberto há 36 dias, em 19 de abril, mas ainda depende de liberação da Prefeitura de São Paulo.


O Valor apurou que a matriz de duas redes de varejo estrangeiras, Sephora e Topshop, têm solicitado informações sobre o atraso diretamente ao Iguatemi, em vez de deixar a negociação apenas na mão de seus escritórios locais. Em relatório de resultados aos investidores, a LVMH, dona da Sephora, informou que a abertura do shopping em São Paulo não tem data. "Será em breve", resume. "O desconforto passou à irritação", conta um diretor de uma das cadeias estrangeiras existentes no JK - são 22 lojistas de grupos internacionais que têm a sua primeira loja no Brasil a ser aberta no empreendimento.

"Eles [Iguatemi] enviam cartas ou e-mails toda a semana. Informam que a prefeitura diz que a liberação sai em alguns dias. E os dias passam e depois, novamente, dizem que sai em alguns dias. Estamos assim", conta um executivo que comanda uma rede. Está em discussão, neste momento, a possibilidade de que o shopping seja aberto com uma megaliquidação para queimar estoques que estão parados nas lojas, apurou o Valor com lojistas.

Parte das redes, principalmente aquelas ligadas à área de vestuário e calçados, defende a estratégia, mas algumas empresas, basicamente grifes de luxo, entendem que "fazer isso logo na abertura pode ter um efeito negativo na imagem do shopping", disse um lojista ontem. No caso de uma megaliquidação em todo o shopping, o sócio Iguatemi precisa concordar com a ação.

De acordo com fontes que estiveram nos corredores do JK Iguatemi nesta semana, alguns poucos varejistas decidiram abrir as suas lojas no horário de funcionamento do shopping - apesar do empreendimento estar fechado. Isso é comum nos casos em que a rede precisa criar uma prova de que estava aberta para operar na data prometida de entrega do shopping. Com isso caracterizado, caso a empresa decida processar os controladores na Justiça pelo atraso, ela já produziu uma prova que possa ser usada futuramente.

A WTorre e o Iguatemi informam que, apesar da insatisfação dos lojistas, a relação entre as partes está tranquila. Reforçam que os sócios tomaram as medidas necessárias para que a abertura acontecesse na data prevista. No entanto, nos corredores, Walter Torre, dono da WTorre, comenta que não descarta a possibilidade de a empresa ser acionada na Justiça pelas redes.

Nos últimos contatos com varejistas, a área comercial do Iguatemi comunicou as redes que há chances de a abertura acontecer em 30 ou 31 de maio, apurou o Valor com lojistas que receberam a informação, sem mais detalhes. O Iguatemi não confirma a data.

Até o fechamento desta edição, ainda não havia sido concedido o termo de liberação para abertura do JK. O prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, teria comentado informalmente que o Termo de Recebimento de Aceitação Parcial (TRAP) sairia em "alguns dias, ainda nesta semana". Com o TRAP, é possível abrir o Iguatemi JK antes do término da construção de um viaduto na região. Em abril, a Justiça de São Paulo proibiu a abertura do shopping porque ações que iriam mitigar o trânsito no local não foram tomadas.

Fonte: Valor.com.br

Superlotação atrás do balcão


As lojas da rua Oscar Freire nunca tiveram tantas vendedoras. E não é reforço para as vendas de Dia dos Namorados, não. Grifes que contrataram funcionários para o JK tiveram de agrupá-los em suas lojas atuais até que o imbróglio da abertura do shopping se resolva. Lojistas já foram avisados de que podem contar com a abertura para o dia 30 de maio, data que ainda não foi oficializada pela rede Iguatemi. Enquanto isso, as lojas estão lá quase todas prontas, mobiliadas, cheias de produtos e... de portas fechadas.

Postado por: Rodrigo Uchoa Seção: consumo, Estilo de vida
Fonte: Blue Chip em Valor.com.br


Shopping JK Iguatemi - maio - Liberação da abertura

SP: prefeitura deve liberar abertura de shopping de luxo
Abertura do shopping estava prevista para abril


A abertura do Shopping JK Iguatemi, em São Paulo, pode acontecer em breve. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, publicadas neste sábado, a Prefeitura de São Paulo emitiu ontem um parecer que diz que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) deve fazer novos estudos e, se constatar que as obras viárias foram realizadas pelo empreendedor, o shopping poderá ser aberto. O empreendimento, que custou R$ 322,3 milhões, terá 7.700 vagas de garagem.

A abertura do shopping JK Iguatemi foi suspensa suspensa no dia 18 de abril. Na ocasião, a 11ª Vara da Fazenda Pública negou pedido de antecipação de tutela da empresa Wtorre São Paulo, que pedia que o centro comercial pudesse ser aberto sem que obras viárias na região. O JK Iguatemi fica no cruzamento das avenidas Juscelino Kubitschek e Nações Unidas. O Ministério Público entrou com uma ação para discutir os impactos que o novo empreendimento iria gerar no trânsito da cidade. Para que a inauguração acontecesse, seria preciso que as empresas WTorre São Paulo Empreendimentos, WTorre Iguatemi e BTG Pactual Serviços Financeiros, responsáveis pela obra, entregassem certificado de conclusão das obras, licença de funcionamento e atestado de vistoria final do Corpo de Bombeiros.

Fonte: Terra

Iguatemi diz que terá solução para shopping JK ainda este mês


Segundo a Iguatemi, o atraso na abertura do shopping não prevê a aplicação de qualquer tipo de multa.


Projeto do JK Iguatemi: a inauguração do shopping estava prevista inicialmente para esta quinta-feira
O empreendimento ganhou destaque por abrigar a chegada de cerca de 30 marcas inéditas no país, como Top Shop, Chanel Beaute, Prada e Dolce & Gabbana Tory Burch

O impasse envolvendo a abertura do shopping JK Iguatemi, no cruzamento das avenidas Juscelino Kubitschek e Nações Unidas, na capital paulista, deve ser solucionado ainda este mês, segundo a Iguatemi, administradora do empreendimento.

"Estamos bastante seguros que teremos uma solução para este caso ainda em maio", disse o presidente-executivo da Iguatemi, Carlos Jereissati Filho, em teleconferência com analistas e investidores sobre os resultados do primeiro trimestre, nesta sexta-feira.
Em meados de abril, o shopping teve o pedido para abertura das portas negado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por não ter concluído as obras para desafogar o trânsito gerado pelo empreendimento na região.
Na ocasião, a 11ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo negou pedido de antecipação de tutela proposto pela Wtorre, construtora responsável pelo projeto, que solicitava permissão para funcionamento do shopping e das duas torres comerciais no local, apesar de não ter realizado as obras exigidas.
A construtora, por sua vez, aguarda o Termo de Recebimento e Aceitação Parcial (TRAP), emitido pela Secretaria Municipal de Transportes, que poderia permitir o funcionamento do empreendimento, considerando que as obras não ocorreram por atrasos na liberação pela própria Prefeitura.
"É uma questão administrativa... é a prefeitura que tem que decidir", afirmou o executivo, acrescentando que a companhia está "bastante segura em não ter problemas em larga escala", se referindo ao bom relacionamento com os lojistas, que são parceiros da empresa em outros empreendimentos.
Segundo a Iguatemi, o atraso na abertura do shopping não prevê a aplicação de qualquer tipo de multa, já que a responsabilidade pelo adiamento, neste caso, não coube à companhia.
A inauguração do JK Iguatemi estava prevista inicialmente para 19 de abril, mas, cerca de um mês antes, a Justiça concedeu liminar proibindo a abertura pela não conclusão das obras.
Para que o shopping entre em funcionamento são exigidas a construção de um viaduto saindo da avenida Juscelino Kubitschek, a criação de uma faixa adicional em um trecho da Marginal Pinheiros, o prolongamento da ciclovia à beira do rio e a construção de uma passarela interligando a ciclovia ao Parque do Povo.
Com quatro pisos de lojas e estimativa de público diário de 20 mil pessoas, o shopping JK Iguatemi tem área bruta locável de 35.246 metros quadrados e contou com investimentos de 322,3 milhões de reais.