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Shopping Frei Caneca - junho/julho - Festival de Inverno


Clientes ganham curso e vinho da Nieto Senetiner
Para aproveitar a época mais fria do ano, nada melhor que apreciar um bom vinho. Pensando nisso, o Shopping Frei Caneca, em parceria com a vinícola argentina Nieto Senetiner, preparou o Festival de Inverno, que promete deixar a estação mais sofisticada e agradável. A atividade consiste em presentear os clientes cadastrados no programa fidelidade com garrafas do vinho Reserva - Cabernet Sauvignon / Shiraz e com cursos, que abordarão o processo de produção do vinho, desde o vinhedo até a garrafa, as diferentes uvas e a técnica de degustação de cada um.
Para Andréia Perini, gerente de Marketing do Shopping Frei Caneca, “O evento é uma oportunidade para que apreciadores de vinho conheçam mais sobre a bebida e ainda levem para casa um kit exclusivo da Nieto Senetiner”.
A ação promocional Festival de Inverno acontece entre os dias 29 de junho e 15 de julho. Para participar, o cliente precisa registrar suas notas fiscais ou comprovantes de crédito e débito no Balcão Fidelidade, localizado no Piso 1. Os presentes serão entregues por meio de critérios de relacionamento.
O Shopping Frei Caneca está localizado na Rua Frei Caneca, 569 – Cerqueira César. Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e feriados, das 14h às 20h.

Empresários mobilizam-se para eleição em SP


Nabil Sahyoun


Antes refratário a apoiar campanhas eleitorais, o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun (foto), reviu seus conceitos depois do fechamento de um shopping e o impedimento para que outro abrisse. "Nas outras eleições, não apoiamos diretamente nenhum candidato. Mas este ano, pelos problemas que tivemos, há o entendimento de que é fundamental ter uma participação maior na eleição", diz.
O 'problema' a que se refere Sahyoun é o veto da Prefeitura de São Paulo à inauguração do Shopping JK Iguatemi antes que fosse construída uma ponte para reduzir o trânsito causado. A obra ainda não foi concluída, mas, depois de dois meses, o shopping recebeu permissão para abrir. Houve também o fechamento do Center Norte, um dos maiores da cidade, erguido sobre um lixão nos anos 1980 e que tinha risco de explosão. Além das denúncias de propina para liberar licenças de funcionamento.
O representante dos lojistas diz que é 'absurda' a demora dos órgãos públicos para liberar empreendimentos que contribuem para o desenvolvimento da cidade. "A prefeitura exige mais de 70 documentos, uma parafernália de papéis, e não tem prazo para aprová-los. Toda essa burocracia atrasa a vida de São Paulo", diz.
Nesta eleição, o empresário quer a promessa de que haverá redução no número de documentos necessários e que será estabelecido prazo para os departamentos responsáveis avaliarem as certidões. "Podemos assumir publicamente o apoio ao candidato que lavrar esse compromisso em cartório", afirma.
O pleito pela desburocratização, diz, tem o apoio de entidades que representam o comércio, franquias e supermercados. "Não queremos tudo para nosso setor, mas quem paga imposto, quem gera riqueza, tem que ser respeitado", exige.
A exemplo dos lojistas, outros setores se movimentam para influenciar a eleição da maior cidade brasileira. Durante dois meses, o Valor ouviu empresários e representantes de associações empresariais, e acompanhou reuniões de candidatos com setores privados. Presenciou pedidos que envolvem desde contratos milionários da prefeitura até a inclusão do pão francês - comprado em padarias próximas - no cardápio das escolas municipais.
Dessas conversas colheu que a ação mais polêmica do atual governo, do prefeito Gilberto Kassab (PSD), foi a restrição ao tráfego de caminhões nas principais vias da cidade nos horários de pico. Feita para aumentar a fluidez de um trânsito cada vez mais travado, a proibição aumentou os custos com transporte, dizem empresários de vários setores.
Os empresários reconhecem, porém, que são necessárias ações para amenizar os problemas de mobilidade da capital, que também atrapalham seus negócios. "A limitação de horários aumenta os custos para as construtoras, mas sabemos que não é uma discussão fácil e que envolve toda a sociedade", afirma o vice-presidente de Obras Públicas do Sindicato da Indústria de Construção Civil (Sinduscon), Luiz Antônio Messias.
Para o diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo (Abresi), Edson Pinto, é preciso flexibilizar as restrições. "Os caminhões com produtos perecíveis não podem ficar parados fora da cidade, à espera do horário para entrar em São Paulo, ou há sério risco dos produtos estragarem", reclama.
Os candidatos se dividem sobre as restrições. O ex-deputado Celso Russomano (PRB) afirma que discutirá a restrição com o setor de transporte para evitar o desabastecimento da cidade. Outro que questiona a medida é o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB). "A eficácia é duvidosa. A cidade passou a enfrentar trânsito em horários em que anteriormente não havia", diz. O pemedebista não afirma, contudo, se acabará com a restrição.
Já o ex-governador José Serra (PSDB) e o ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT) concordam com a restrição, mas por motivos diferentes. O tucano avalia como positiva a ação do prefeito, que é seu aliado. "O que se fez foi reordenar a circulação desses veículos, muitos de fora da cidade, e não simplesmente proibir a circulação", afirma. O petista considera o veto uma "medida emergencial", mas diz que o manterá por causa da falta de investimento, que impede a população de trocar o carro pelo transporte público.
Empresários também querem rediscutir a Lei Cidade Limpa, uma das ações mais populares do prefeito Gilberto Kassab por diminuir a poluição visual da cidade, que acabou com outdoors, reduziu o tamanho das fachadas de lojas e restringiu a publicidade exterior na capital.
Para representantes do setor, as restrições foram duras demais. "Todas as cidades do mundo têm publicidade exterior. Em algumas cidades, é até ponto turístico, mas em São Paulo a lei é muito restritiva", afirma o presidente do Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado de São Paulo (Sepex-SP), João Silva.
O sindicato pretende conversar com os candidatos para expor seu ponto de vista e apresentar projeto para permitir o retorno dos outdoors "de forma mais controlada". "Entendemos que havia exageros antes e não queremos uma lei permissiva, mas que regulamente o meio com regras de tamanho e distância entre as placas", diz.
No que depender dos candidatos, porém, essas empresas ainda terão poucos negócios a fazer na cidade - que, segundo o sindicato patronal, respondia por 30% do faturamento com publicidade exterior de todo o Estado em 2007, quando a lei entrou em vigor.
Haddad, Chalita e Serra dizem ser contra alterações no Cidade Limpa. Russomano é o único favorável à volta de placas e outdoors, desde que como contrapartida o anunciante faça a manutenção de equipamentos públicos, como uma praça ou jardim. A ideia é a mesma da licitação do mobiliário urbano, que Kassab lançou este ano.
O prefeito pretende liberar a propaganda em abrigos de ônibus e relógios de rua em troca da manutenção deles e do pagamento de uma contrapartida. Dividida em dois lotes, a licitação, suspensa pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) para esclarecimentos, exclui as pequenas, médias e até grandes empresas do setor, reclama João Silva.
"Do jeito que está, só as grandes multinacionais participarão", critica. O lote dos abrigos de ônibus exige investimento de R$ 540 milhões nos pontos e pagamento de R$ 133 milhões à prefeitura paulistana, além de uma outorga decidida em leilão - o maior lance leva a concessão por 25 anos. Nos relógios, o investimento é de R$ 146 milhões, mais as outras contrapartidas.
O modelo é criticado por Russomano, que pretende mudar a licitação para permitir que empresas menores concorram. Já Haddad promete destinar os anúncios a pequenas e médias empresas, que não têm condições de fazer propaganda em veículos de massa. Serra é o único que defende a atual licitação, sem propor mudanças. Chalita diz que irá estudar o assunto.
O modelo de grandes licitações, presente na disputa pelo mobiliário urbano, gera reclamações também no ramo de obras públicas e de limpeza urbana por excluir companhias menores.
A megalicitação do lixo foi contestada na Justiça pelas empresas que realizavam os serviços de limpeza de bocas de bueiro e varrição de ruas, agora prestados por duas concessionárias. Elas não conseguiram barrar a assinatura do contrato, de R$ 2,1 bilhões por três anos, que foi assinado em dezembro de 2011. Caberá ao novo prefeito, portanto, prorrogar o contrato ou fazer uma nova licitação, se achar que o serviço não está satisfatório.
Ariovaldo Caodaglio, presidente do Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur), defende a licitação conjunta como um das grandes conquistas do setor. "No modelo anterior, feito em 2004 pagava-se para limpar a cidade, pela tonelagem transportada para o lixão. Agora, paga-se para mantê-la limpa, com bônus ou deduções dependendo da avaliação dos serviços", diz.
Segundo Caodaglio, isso obriga as concessionárias a realizar campanhas para conscientizar à população a não sujar a cidade- uma peça publicitária será exibida em breve na televisão para esclarecer "sobre a importância de cuidar de São Paulo". "A população já percebeu a melhora na limpeza. Esperamos que a próxima gestão, independente da coloração partidária, apoie e colabore com esse novo modelo", diz.
Os candidatos questionados pelo Valor dizem que precisam avaliar individualmente os contratos para definir se o melhor é realizar a licitação de vários serviços conjuntamente, como ocorreu na limpeza urbana, ou se estes serão realizados por várias empresas.
Fonte: Valor Econômico

Shopping Anália Franco - junho a agosto - Pista de patinação






A Pista de Patinação no gelo Anália On Ice voltou!

A tradicional pista de gelo está de volta para a alegria de todos nesse inverno. Tem 300 m2, com capacidade para 60 patinadores e ficará na Praça de Eventos até o dia 12 de agosto.
Funcionamento: todos os dias das 10h às 22h

Ingressos

30 minutos de patinação = R$30,00 - Todos os dias.
60 minutos de patinação = R$45,00 - Todos os dias.
Combo = 3 ingressos de 30 minutos de patinação = R$75,00 - De segunda às quintas feiras.

Idade Mínima: A partir de 5 anos
Carrinho Big Ice Car = R$15,00 cada sessão de 5 minutos. (de 2 a 5 anos)

Quem comprar o período mínimo de 30 minutos e fizer check-in no Foursquare na Pista de Patinação, terá como bônus + 10 minutos de diversão!
Lembrando que é necessário apresentar a tela de desbloqueio da "oferta especial" aos monitores do espaço.

Shopping Frei Caneca - junho e julho - Exposição

Shopping Frei Caneca recebe exposição de moda portuguesa

Mostra apresenta miniaturas de vestidos inspirados no país lusitano
Em homenagem ao ano de Portugal no Brasil, o Shopping Frei Caneca abriga, entre os dias 19 de junho a 16 de julho, a exposição “Uma prenda a Portugal”. A mostra apresenta 61 miniaturas de vestidos criados por alunos da escola paulistana Sigbol Fashion, vencedores do XII Concurso História da Moda. Neste ano, os modelos são inspirados na história do país lusitano, desde a chegada da família imperial ao Brasil, com seus costumes e luxos típicos da corte europeia, passando por tradições do folclore, literatura, gastronomia, até os famosos azulejos portugueses.
A mostra, localizada no Piso 3 do empreendimento, apresenta as mais diversas inspirações e referências sobre a arte e cultura portuguesa. Na exposição “Uma prenda a Portugal” é possível observar a união de arte e técnica em corte e costura, por meio de aplicações diversificadas. Alguns se utilizam de modelos para o dia a dia, enquanto outros apostam no glamour existente na alta costura.
O “Concurso História da Moda” é realizado há doze anos pela escola Sigbol Fashion. A cada edição um novo tema é sugerido aos alunos que, a partir dele,  desenvolvem miniaturas de peças de vestuário. A exposição, instalada no Shopping Frei Caneca, tem bonecas Barbies como manequins e está distribuída em torres de vidro, onde os visitantes apreciam os detalhes de cada traje.
A exposição “Uma prenda a Portugal” é gratuita e pode ser vista de segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e Feriados da 12h às 20h. O empreendimento fica na Rua Frei Caneca, 569.

As criações são assinadas por alunos da Sigbol Fashion, uma das principais escolas de moda de São Paulo.


Shopping Frei Caneca - junho/julho - Exposição


Shopping Frei Caneca abriga exposição sobre os malefícios do cigarro

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O Shopping Frei Caneca abriga, de 19 de junho a 04 de julho, uma exposição itinerante sobre o caminho que a fumaça do cigarro percorre em nosso organismo. Em parceria com o Hospital A.C.Camargo, um dos maiores centros de tratamentos, ensino e pesquisa sobre o câncer no país, a exposição “Caminho da Fumaça” apresenta os malefícios do tabagismo e os principais tipos de câncer relacionados ao consumo do tabaco. Por meio de 18 painéis com ilustrações lúdicas e bem humoradas, a exposição apresenta informações sobre prevenção, sintomas de doenças e exames diagnósticos e mostra de que forma mais de 40 substâncias cancerígenas presentes no cigarro caminham pelos órgãos do corpo humano.

Para Andréia Perini, gerente de Marketing do Shopping Frei Caneca, a exposição tem o objetivo de levar aos visitantes do empreendimento informações relevantes sobre os benefícios de uma vida saudável. “É importante conscientizar nossos clientes sobre os malefícios do cigarro e a exposição é uma forma simples e interessante de mostrar isso.”
A exposição Caminho da Fumaça é gratuita e está localizada na entrada principal do Shopping Frei Caneca. Pode ser vista de segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos e Feriados das 12h às 20h. O empreendimento fica na Rua Frei Caneca, 569.

Mooca Plaza Shopping - Julho - Notícias

Mooca Plaza Shopping, da BR Malls, deve ser fechado em 21 de julho

O Mooca Plaza Shopping, controlado pela BR Malls, deve ser fechado a partir 21 de julho. Segundo comunicado da Secretaria das Subprefeituras de São Paulo, o empreendimento não terá condições de obter, em tempo hábil, os documentos necessários para a regularização do estabelecimento.
A interdição deve ocorrer quando termina o prazo de 30 dias, previsto na legislação, para que o shoppping obtenha as licenças necessárias, ainda em falta. Na avaliação da prefeitura, o Mooca não conseguirá obter no prazo, por exemplo, o certificado de conclusão (Habite-se), uma das licenças que o estabelecimento não possui.
“A Subprefeitura Mooca avaliou a situação do Mooca Plaza Shopping e concluiu que o estabelecimento não terá condições de acertar as pendências com a Secretaria Municipal de Transportes”, informou o comunicado.
De acordo com a Secretaria das Subprefeituras de São Paulo, o shopping também não deverá cumprir o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com a Secretaria Municipal do Verde. “O shopping será interditado pela Subprefeitura devido à falta de licença de funcionamento”.

Fonte: Valor Econômico

Shopping JK Iguatemi - Junho - Notícias

O primeiro dia útil do shopping JK Iguatemi, ontem, teve filas por todos os lados na hora do almoço. A praça de alimentação fazia sucesso entre funcionários das empresas da região da Vila Olímpia. Perto das 13h, a praça de alimentação estava totalmente tomada. Do Bon Grillé ao Viena, era preciso enfrentar ao menos cinco cidadãos até que chegasse sua vez. Quem decidiu pela calmaria dos restaurantes foi obrigado a ir passear pelos corredores da Prada, Chanel e Louboutin (que, aliás, ainda não abriram as portas) enquanto esperavam por pelo menos 20 minutos para conseguir uma mesa no Ráscal ou no Almanara.

Fonte: Rodrigo Uchoa - Blue Chip - Valor Econômico

Shopping SP Market - junho - Exposição




Até esse sábado, dia 30, o público que visitar o centro de compras poderá conhecer e se divertir com as histórias, os costumes e os rituais de uma das festas mais populares e tradicionais da cultura brasileira na exposição “Arraiá no Shopping SP Market”, que acontece na Praça de Eventos.

A mostra está enfeitada com fogueira cenográfica, feita com materiais recicláveis, bandeirinhas, instrumentos musicais, balões, bonecos vestidos de caipira, entre outros itens. Tudo para representar de forma divertida e cultural as principais características das festas juninas no Brasil. Além disso, o evento, que é gratuito, mostra detalhes e peculiaridades das festas realizadas em alguns estados onde o São João é mais tradicional.
Do Maranhão vem o colorido e a beleza do Bumba-Meu-Boi, confeccionado para representar as famosas festas realizadas durante o mês em São Luis. Essa é considerada umas das mais ricas manifestações do folclore brasileiro, a partir da junção de elementos da cultura indígena, africana e europeia.
Representando o folclore do Espírito Santo, a exposição mostra a casaca, instrumento típico das bandas de Congo. Trata-se de um reco-reco, que simula o corpo de uma pessoa, cujo um dos lados possui talhos transversais, sobre os quais se corre uma vareta. O som extraído desse atrito é único e intermitente, o que dá individualidade ao instrumento.
Banners e paineis estão espalhados pela Praça de Eventos, trazendo informações sobre as brincadeiras e as tradições folclóricas da data. O arraiá do Shopping SP Market também dá dicas de como curtir o São João de forma ecologicamente correta. Além da fogueira de materiais reciclados, a exposição vai alertar os visitantes sobre o perigo de soltar balões, mostrando assim que podemos usar a criatividade sem prejudicar o meio ambiente.
A mostra “Arraiá no Shopping SP Market” funciona diariamente, das 10h às 22h. Entrada gratuita.
SERVIÇO: Exposição “Arraiá no Shopping SP Market”
LOCAL: Shopping SP Market – Praça de Eventos
ENDEREÇO: Av. das Nações Unidas, 22.540 – São Paulo/SP
Data: de 16 a 30 de junho
Horário: 10h às 22h
GRÁTIS
Estacionamento: R$5,00 por 2 horas e R$ 2,00 por hora adicional/ manobrista: R$8,00 e R$2,00 por hora adicional (carro); primeira hora R$3,00 e R$1,00 por hora adicional (moto)
INFORMAÇÕES: (11) 5682.3666 – www.shoppingspmarket.com.br

Shopping Penha - Junho - Cursos


Shopping Penha promove cursos gratuitos em parceria com o SESI

O Shopping Penha promove nos dias 27 e 28 de junho, em parceria com o SESI, cursos sobre como se alimentar bem durante as festas juninas. Com ingredientes típicos das comemorações desta época, como amendoim e milho, a nutricionista Elizabeth dos Santos irá ensinar receitas e o aproveitamento integral dos alimentos. Além disso, a profissional também dará dicas de compras no mercado e higienização dos produtos.

A Central de Cursos promove ao longo do mês aulas e palestras sobre diversos assuntos, como alimentação e artesanato. Para participar, os interessados devem se inscrever pelo telefone (11) 2095-8222, ou pessoalmente na Administração do Shopping. No dia do curso, o participante deve levar 1 kg de alimento não perecível, que será doado para uma instituição filantrópica.

Confira os temas:
27 e 28/06 – Cursos: Alimente-se Bem – Nutricionista: Elizabeth Maria dos Santos

Local: Shopping Penha - Piso G4, acesso pelo elevador B
(Rua Dr. João Ribeiro, 304, no bairro da Penha, zona leste de São Paulo)
Horário: das 14h30 às 16h30

Santana Parque Shopping - junho/julho - Exposição

Sustentabilidade e Arte



Santana Parque Shopping recebe exposição Bia Doria


Artista plástica utiliza natureza como matéria-prima de suas obras

Sustentabilidade é uma das principais filosofias do Santana Parque. Em comemoração ao mês do meio ambiente e aos cinco anos do shopping a artista plástica Bia Doria expõe 34 obras de suas variadas coleções.


Esculturas com mais de 3 metros de altura feitas a partir de raízes ou com resíduos de floresta de manejo e ainda de árvores nativas resgatadas em queimadas, desmatamentos, fundo de rios ou barragens são as atrações da mostra que acontece até 31 de Julho.
As obras podem ser apreciadas nos corredores do shopping e em espaço exclusivo no 2º piso. O evento é gratuito.


Serviço
Exposição Bia Doria
Até 31 de Julho
Local: Santana Parque Shopping
Endereço: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2780, Santana, São Paulo - SP
Mais Informações pelo telefone: (11) 2238-3002 
www.santanaparqueshopping.com.br
EVENTO GRATUITO

Internet faz shopping buscar novo modelo


Menos shopping centers, mas cada vez maiores. E sempre, claro, com boa rentabilidade. Essa é a estratégia adotada pelo Unibail-Rodamco, com sede em Paris, terceiro maior empreendedor imobiliário comercial do mundo, para lidar com a crise do consumo na Europa e a concorrência do varejo on-line, que mudaram os hábitos de compras no continente.
Proprietário de 90 shoppings nas principais cidades de 12 países europeus e de uma carteira de € 26 bilhões em ativos imobiliários, o grupo - que atua como investidor, construtor e administrador - vem se tornando mais enxuto: já vendeu € 5 bilhões em ativos desde 2007. "Eram pequenos empreendimentos ou shoppings que não conseguiríamos transformar por razões de rentabilidade ou outros motivos. Só guardamos os ativos com muito potencial", disse ao Valor o presidente da Unibail-Rodamco, Guillaume Poitrinal. "Ter hipermercados que faturem € 200 milhões, mas com apenas 1% de margem de lucro, isso não valoriza o empreendimento."
Le Quatre Temps - Paris
Na prática, o "potencial" significa shoppings com mais de 100 lojas, mais de 8 milhões de visitantes por ano e situados em cidades com mais de 500 mil habitantes (o que para padrões europeus já representa centros urbanos de maior porte).
Ao mesmo tempo que se desfaz de parte de seu patrimônio, o grupo está desenvolvendo novos projetos no valor de € 7 bilhões no prazo de cinco anos. Basta uma caminhada pelo grande espaço, na sede da empresa, onde estão expostas maquetes de shoppings (atualmente em obras de renovação ou construídos recentemente) para visualizar rapidamente o que o presidente quer dizer em relação à estratégia de "ativos cada vez maiores" e, ao mesmo tempo, que ofereçam inúmeros serviços, entretenimento e sofisticação que o cliente não encontra ao comprar pela internet.
O novo shopping Lyon Confluence, no centro-leste da França, aberto há dois meses, reúne 106 lojas, 16 restaurantes com terraço e vista para o rio (o objetivo do grupo é ter menos fast-foods nos shoppings em geral), cinema multiplex, paredão de escalada, spa e academia de ginástica. O investimento foi de € 300 milhões.
Pela primeira vez na França, o espaço do hipermercado nesse novo shopping é inferior a 10% da área do empreendimento. O grupo optou por dar prioridade aos restaurantes e não às compras de alimentação. "Os países europeus tinham um consumo desenfreado com hipermercados de 12 mil m² que vendiam todo tipo de produto. E depois as pessoas iam para o caixa e ponto. Isso é um modelo que faz parte do passado", afirma Poitrinal.
Um grande projeto da Unibail-Rodamco é a renovação atual do Forum des Halles, inaugurado em 1979, o único shopping de Paris, com 130 lojas, faturamento de mais de € 500 milhões e a melhor rentabilidade por metro quadrado do grupo na Europa. Também pudera, ele é visitado por mais de 40 milhões de pessoas por ano (é ali que a H&M e a Fnac registram suas melhores vendas mundiais). Ligado a uma estação de metrô e de trens de periferia e situado no subsolo, o Forum des Halles, considerado por muitos parisienses como sujo e perigoso, será totalmente transformado até 2016 e ganhará decoração com mármore, esplanada para caminhar coberta com um gigantesco teto de vidro e inúmeros serviços e áreas de lazer.
Segundo Poitrinal, a crise econômica na Europa acabou tornando mais vísiveis e acentuando mudanças em hábitos de consumo que já vinham ocorrendo com a expansão das vendas on-line. Os shoppings hoje não podem se resumir a serviços básicos, mas devem se tornar lugares "surpreendentes, de bem-estar e de prazer", diz ele.
Para isso, a Unibail-Rodamco tem realizado diferentes ações, como a parceria exclusiva com o Cirque du Soleil, que realiza pequenas apresentações em shoppings do grupo durante turnês na Europa. Concursos da Elite Models e exposições de arte passaram a ser realizados nesses locais.
O design e a decoração também são fundamentais para criar "espaços multisensoriais" em função da iluminação e da música e fazer com que o consumidor tenha vontade de percorrer todo o shopping, não se limitando a visitar apenas três lojas, em média, segundo estatísticas citadas por Poitrinal.
O grupo não tem poupado recursos nessa área, com o uso de madeiras nobres, mármore e couros. No Parly 2, próximo ao castelo de Versalhes, parte do teto de uma área do shopping foi folheado a ouro. Reedições originais de cadeiras do designer Le Corbusier (€ 7 mil a unidade) decoram um lounge para repouso.
Há outro elemento importantíssimo na estratégia do grupo para revigorar os shoppings na Europa: a seleção das marcas, "que devem ser as maiores do mundo", afirma o presidente. "Não acredito mais no varejo não especializado. O que buscamos é a força de uma marca", diz ele, citando a Apple, a Nespresso, a japonesa Uniqlo, de roupas sportswear, a Zara e a American Eagle.
Diferentemente de muitos grandes grupos internacionais, a Unibail-Rodamco não tem projetos em relação a países emergentes. "Estamos na contra-corrente. Nosso desafio é investir na velha Europa enquanto todos querem investir no Brasil, na China e na Índia."
Fonte: Valor

Joint venture mira varejo, moda e esporte no Brasil


A identidade visual e os serviços de alguns shoppings do grupo europeu Unibail-Rodamco foram criados pela consultoria francesa de "design global" Saguez & Partners, que acaba de chegar ao Brasil por meio de uma joint venture com a Criacittá, especializada na criação de ambientes para as marcas e que tem entre seus clientes Havaianas e Bohemia.
O "design global" envolve desde a imagem da marca, a arquitetura e a decoração de suas lojas, serviços aos clientes, consultoria sobre produtos e estratégias comerciais até o estilo das embalagens, é um "pacote completo" para posicionar uma empresa no mercado.
É dessa forma que a Saguez, que tem como clientes o grupo Casino, e Aeroportos de Paris, "ressuscitou" a marca francesa de cosméticos Yves Rocher, com 1,2 mil lojas (onde também funcionam institutos de beleza) na Europa. Até 2008, seus produtos, vendidos normalmente em promoções do tipo "pague um e leve vários", eram considerados de baixa qualidade.
Olivier Saguez reestruturou a imagem da marca, dando destaque para a sua história e para o fato de que seus cosméticos são feitos com plantas orgânicas, o que muitos consumidores não sabiam. Na nova decoração das lojas, imagens cinematográficas de campos na Bretanha onde elas são cultivadas e as pesquisas científicas realizadas pela Yves Rocher foram colocadas em destaque. A empresa abriu um "ateliê de cosmética vegetal" na Champs-Elysées em 2009, com uma loja-conceito. Resultado: apesar da crise econômica, as vendas da Yves Rocher cresceram 20% desde 2008, contou Saguez ao Valor.
A experiência da Saguez nessa área de "design global" será complementar às atividades da Criacittá, afirma Nelson Rocha, diretor-geral da nova joint-venture, a Saguez-Rocha. O foco no mercado brasileiro, diz ele, são as empresas de varejo, principalmente de moda (a rede Camicado, comprada pelas Lojas Renner, já é cliente), shoppings centers, aeroportos e até estádios de futebol, devido à Copa do Mundo. A meta é atingir, no prazo de cinco anos, faturamento anual de R$ 50 milhões. Em 2011, a Criacittá faturou R$ 16 milhões. Na França, a Saguez teve receita de € 21 milhões.
O sócio francês também planeja ajudar marcas brasileiras a se tornarem globais. "Se a Starbucks, com um café ruim, funciona no mundo todo, por que o Brasil, que tem produto de qualidade, não poderia criar uma Starbucks ou uma Nespresso?", diz Saguez.

Fonte: Valor 

Shopping West Plaza - junho/julho - Férias Escolares


Monitores coordenam jogos e brincadeiras com as crianças na 'Casa da Vovó', no shopping West Plaza



De 29 de junho a 15 de julho, a praça de eventos do shopping West Plaza vai se transformar na Casa da Vovó da Turma do Cocoricó.
Crianças de até três anos podem, acompanhados por um responsável, conhecer o Canto dos Bebês e brincar no escorregador.
Crianças de quatro a 12 anos podem participar de oficinas e brincar com os jogos da turma encontrados dentro da casa.
Do lado de fora, no quintal, dá para escalar uma colina e escorregar até um lago de bolinhas ou mesmo ficar vendado e tentar colocar o rabo do cavalo Alípio no lugar certo.
A entrada é gratuita e cada um pode permanecer por cerca de 30 minutos brincando no espaço, que recebe até 12 crianças de uma vez.


ANOTE NA AGENDA
O QUÊ: Férias com a Turma do Cocoricó
QUANDO: De 29/6 a 15 /7, das 14h às 20h
QUANTO: Grátis
ONDE: Espaço de eventos do Shopping West Plaza (av. Francisco Matarazzo, s/n, Água Branca; tel. 0/xx/3677-4000)

Burocracia trava expansão e expõe a face da corrupção


Um dos braços de negócios de um grupo de varejo teria contratado empresas para "esquentar" o pagamento de propina para suposta liberação de obras em empreendimentos. A matriz de uma mega rede de hipermercados decide investigar se suas subsidiárias, inclusive no Brasil, teriam conhecimento da existência de subornos a funcionários públicos para agilizar a abertura de lojas.


Luíza Sigulem/Folhapress / Luíza Sigulem/Folhapress
Shopping Higienópolis, em área nobre da capital paulista: na cidade, é preciso passar por pelo menos 60 órgãos da Prefeitura para obter licença de funcionamento

O primeiro caso, sob investigação do Ministério Público, envolve a Brookfield Gestão de Empreendimentos e, o segundo, informado pela rede Walmart, está sendo apurado pelo comando do grupo americano no mundo. Ambos vieram à tona recentemente e levam executivos, empresários e analistas a discutir uma questão importante: como expandir seu negócio, no ritmo demandado pelo consumidor, sem driblar a legislação. É missão quase impossível.
São abertos de 30 a 40 shoppings no Brasil ao ano, em média. Em 2011 foram 36 shoppings inaugurados, três por mês, segundo a Alshop, entidade setorial. No varejo alimentar, calcula-se que 900 supermercados e hipermercados tenham sido abertos em 2011, segundo a Abras, associação do setor. Ao mesmo tempo em que essa forte expansão do varejo aconteceu, redes de comércio e construtoras de shoppings dizem que o processo de liberação para funcionamento de um negócio ficou bem mais complexo.
Ao comentar as dificuldades de abertura de shoppings, a WTorre informou que tem sido necessário passar por uma média de 62 a 75 órgãos da Prefeitura Municipal de São Paulo, ao longo do processo de construção de um shopping, para se conseguir a certidão de "habite-se". Nos últimos cinco anos, "esse volume aumentou algo em torno de 20%", comentou em entrevista recente ao Valor Walter Torre, presidente da WTorre. E, sem isso, não avança. "O que acontece é que a burocracia hoje pega muito menos o pequeno empresário, que usa do sistema Simples, do que o grande empresário.
Quanto maior a estrutura da operação, maior a dor de cabeça", diz Nelson Barrizzelli, professor de economia da USP e especialista em varejo. "Isso, obviamente, não é justificativa para eventuais atos ilícitos. "A questão é que muitas vezes, o que existe é um esquema para criar dificuldades e, dessa forma, 'vender' facilidades".
Como pano de fundo dessa discussão há uma questão estratégica. Donos de shoppings e supermercados precisam abrir operações a partir do zero. São as novas lojas que puxam os resultados finais dos grupos para cima, mostram seus relatórios de resultados.
Ex-executivos de redes varejistas, prestadores de serviços e gestores de shoppings ouvidos pelo Valor contam, sob a condição de anonimato, que há de pequenos delitos a irregularidades grosseiras nas negociações para abertura de lojas e de centros comerciais. "Há loja pequena operando com licença de oficina mecânica, só para dizer que tem um alvará, e tem loja que abre sem a licença", diz um ex-superintendente de loja.
Um prestador de serviços ouvido conta que chegou a participar da inauguração de um supermercado no Estado de Goiás sem saída de incêndio e com uma única porta de entrada. "Se você vê algo assim, desconfia", afirma a fonte. "E o comandante do Corpo de Bombeiros da cidade estava na abertura".
Segundo um consultor de gestão, há empreiteiras, via empresas terceirizadas, que resolvem eventuais problemas, via pagamento de propinas, para a abertura de um novo negócio. "Empresa grande nem se mete nisso", diz ele. "E quanto mais para o Norte do país, e mais para o interior das capitais, mais fácil tratar desses assuntos e pagar por fora para abrir loja mais rápido", diz. "Tem meia dúzia de secretários que mandam na cidade e, além disso, o prefeito sempre quer ter um shopping ou uma loja grande no município pequeno, o que facilita tudo", afirma.
Há casos em que pequenas divergências podem virar motivo para se negociar comissões extras. "Teve um caso de uma rede que contratou uma empresa de fora da cidade para montar a loja. De repente começou a empacar tudo. Mudaram a fornecedora para uma empresa da cidade e a coisa engrenou".

Fonte: Valor.com.br

Consumidor prefere compras à vista na quinzena


A preferência do consumidor pelas compras à vista se confirma quando os dados são ajustados pela média diária

Shopping

O Indicador de Movimento de Comércio (IMC), que acompanha as vendas a prazo, caiu 4,2% na primeira quinzena de junho de 2012 em comparação com igual período de 2011. O desempenho das vendas à vista no período também caiu, porém menos, com recuo de 2,9%, de acordo com o Indicador de Consultas de Cheque (ICH). Os dados, relativos à cidade de São Paulo, são da Associação Comercial de São Paulo que utilizou amostra de dados de clientes da empresa Boa Vista Serviços, que administra o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC).
A base de comparação da primeira quinzena de junho deste ano teve um dia útil a menos do que o mesmo período de 2011. A preferência do consumidor pelas compras à vista se confirma quando os dados são ajustados pela média diária. O IMC apresentou alta de 3,8% enquanto o ICH cresceu 5,2%. De acordo com a ACSP, as informações mostram um ritmo moderado de crescimento nas vendas do varejo.
O clima frio colaborou para a alta nas vendas à vista, pois os paulistanos frequentaram mais os shoppings e compraram itens como vestuário e calçados. Com relação às vendas a prazo, a alta de 3,8%, segundo a entidade, está relacionada com a desoneração fiscal para a linha branca.
Inadimplência - Na comparação entre a primeira quinzena de junho deste ano e a do ano passado, o Indicador de Registro de Inadimplentes (IRI), que mede registros de consumidores incluídos na base de dados da Boa Vista Serviços, caiu 1,3% - com um dia a menos na base de comparação. No ajuste pela média diária, o índice teve alta de 6,9%.
Já o Indicador de Recuperação de Crédito (IRC), que se baseia nos registros excluídos, registrou queda de 1,7%, na comparação entre as quinzenas e alta de 6,5% no ajuste pela média diária. Para a ACSP, os indicadores apresentam estabilidade no atual patamar da inadimplência.

Fonte: Exame

Prefeitura de São Paulo multa shoppings Paulista e Mooca por irregularidades


Prefeitura de São Paulo multa Shopping Paulista por causa de irregularidades


Após realizar vistoria, a Prefeitura de São Paulo multou nesta quinta-feira (21) os shoppings Paulista e Mooca por irregularidades. No caso do Shopping Pátio Paulista, a prefeitura deu início ainda ao processo de cassação da licença de funcionamento.
Um estacionamento externo, localizado na rua Pires da Mota e que é conveniado ao shopping, também foi multado em mais de R$ 5 mil por falta de licença. Os administradores do local têm 15 dias para sanar as irregularidades constatadas.Entre os problemas verificados no Paulista, na região central da cidade, está a ocupação de um lava-rápido numa área destinada ao estacionamento. O estacionamento no interior do estabelecimento e o serviço de lava-rápido foram autuados em mais de R$ 427,8 mil.
A prefeitura também multou o Mooca Plaza Shopping, na zona leste da cidade, em R$ 205 mil por operar sem alvará. O estabelecimento recebeu ainda uma multa no valor de R$ 500 por não manter a licença afixada em local visível ao público.
Segundo a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informou em nota, se o shopping Mooca não se regularizar em até 30 dias, a prefeitura iniciará o processo de fechamento do local.

Outro lado

Procurados pela reportagem na noite desta quinta-feira, tanto o Shopping Pátio Paulista quanto a Brookfield, empresa que faz a administração do estabelecimento, disseram, via assessoria de imprensa, que não iriam se pronunciar sobre a multa nem a abertura do processo de cassação do alvará. O Mooca Plaza Shopping informou apenas que estava apurando o caso.

Vistorias

As vistorias aos shoppings da cidade começaram na útlima semana. Na sexta-feira passada (15), o Shopping Pátio Higienópolis, na região central, foi multado em cerca de R$ 1,5 milhão por ter apresentado documentação incompleta referente às vagas de estacionamento extras que exigidas por lei para compensar uma obra de ampliação. O shopping também foi multado em R$ 500 por não exibir a licença de funcionamento em local visível. Foi dado um prazo de 15 dias para o estabelecimento apresentar o restante da documentação.
Na segunda-feira (18), foi aplicada uma nova multa ao shopping Higienópolis porque foi constatado que o estacionamento interno não tem alvará. Teve início, assim, o processo de cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento. O shopping tem 15 dias, contados a partir de segunda, para explicar a irregularidade. Caso não consiga a regularização nesse prazo, poderá ser interditado. Segundo o shopping, o documento será providenciado.
A prefeitura decidiu fiscalizar o Higienópolis após Daniela Gonzalez, ex-diretora financeira da BGE, empresa do grupo Brookfield, que administrava o shopping, afirmar ao jornal "Folha de S.Paulo" que a empresa pagou propina a agentes públicos para poder ampliar sua área.
Como compensação pelas obras de ampliação, o shopping deveria oferecer mais 470 vagas para guarda de veículos, totalizando 1.994 vagas. O prédio, porém, comporta apenas 1.524 nos seus quatro andares de garagem.
O Higienópolis, segundo denúncia de Daniela, pagou, em 2008, R$ 133 mil ao ex-diretor da prefeitura Hussain Aref Saab, responsável pelo setor de aprovação de empreendimentos, para driblar a exigência. Na quinta passada (14), a polícia fez uma operação de busca e apreensão na casa e nos escritórios de Hussain Aref Saab.

Fonte: Uol

Shopping Market Place - junho/julho - Infantil


Espaço 'Era do Gelo 4', no shopping Market Place



Inspirado no novo filme 'A Era do Gelo 4', que estreia no dia 29, a praça de eventos do Shopping Market Place reproduz o cenário gelado e o transforma num circuito de aventura para as crianças.
A atividade ocorre até o dia 3 de julho e é gratuita.
Com tempo médio de 20 minutos, pais e filhos podem descobrir curiosidades sobre diferentes países e culturas por meio de brincadeiras promovidas pelo guia.
Outra atividade é a de completar a figura no tabuleiro gigante tendo que pular nos "icebergs". Jogos de memória também fazem parte do espaço.


ANOTE NA AGENDA
Espaço 'A Era do Gelo 4'
QUANDO: até 3 de julho (segunda a sexta, das 14h às 20h; sábados, das 11h às 20h; domingos, das 14h às 20h)
QUANTO: grátis
ONDE: Shopping Market Place (av. Dr. Chucri Zaidan, 902; tel. 0/xx/3048-7000)

Raposo Shopping - 23-24/junho - Infantil





Clássicos da literatura infantil preenchem as tardes da garotada, no Raposo Shopping

Programação reúne encenações teatrais e shows de mágica, nos dias 23 e 24 de junho, em duas sessões diárias.

Qual a criança que não se encantaria ao ver um espetáculo teatral com os personagens das histórias “O Mágico de Oz” e “Chapeuzinho Vermelho”? Antecipando-se à programação de férias, o Raposo Shopping oferece diversão garantida com a apresentação destas inesquecíveis peças teatrais e, ainda, shows de mágica interativos. Vale conferir!
A peça “O Mágico de Oz”, encenada pela Cia. Vira Festa, conta a história da menina Doroty que parte em busca de seu cãozinho desaparecido, Totó, e passa a procurar a ajuda do poderoso Feiticeiro de Oz para retornar à sua cidade. Nessa jornada conhece o Homem de Lata, personagem triste em busca de um coração de verdade; o Leão Covarde, tentando encontrar a coragem e o Espantalho, que procura um cérebro para poder pensar.
Já o espetáculo “Chapeuzinho Vermelho” retrata as peripécias da menina que ao levar uma cesta de doces para a avó, encontra o Lobo Mau numa floresta cheia de perigos. Aconselhada a seguir por um caminho mais longo, a menina se perde, enquanto o Lobo corre para a casa da vovozinha. O desfecho desta história todos  já sabem, mas o conto de fadas, criado no século XIV, continua povoando a imaginação das crianças. A peça é encenada pela Cia. Vira Festa.
Para completar a programação, o grupo Marokas Eventos apresenta divertido show de mágica. O bem humorado Mágico Tom e seu inseparável esquilo Roque interagem com o público em uma série de mágicas e números de ilusionismo.

Serviço:
Dia 23 de junho
15h – Show de Mágica
15h30 – Teatro: Chapeuzinho Vermelho
17h – Show de Mágica
17h30 – Teatro: Chapeuzinho Vermelho
Dia 24 de junho
15h – Show de Mágica
15h30 – Teatro O Mágico de Oz
17h – Show de Mágica
17h30 – Teatro O Mágico de Oz
Local: Piso Raposo
Raposo Shopping: rodovia Raposo Tavares, km 14,5, São Paulo.
Tel. (11) 3732-5000