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Shopping é interditado na rua 25 de Março, em São Paulo
A Prefeitura de São Paulo interditou o shopping Galeria Boa, na rua 25 de março, no centro da cidade, e vistoriou as 85 lojas, nesta quinta-feira. Foram apreendidos 45.613 produtos de pirataria, falsificações e de origem duvidosa.
Os produtos mais apreendidos eram bolsas, relógios, roupas, eletrônicos e celulares. Foram autuadas 53 pessoas - sendo 32 brasileiros e 21 estrangeiros, que responderão pelos crimes constatados.
A galeria está lacrada pela subprefeitura Sé por não ter alvará de funcionamento e por vender produtos ilegais.
A ação foi coordenada pelo Gabinete de Segurança e pelo Comitê de Combate à Pirataria, Contrabando e Sonegação Fiscal, da Prefeitura de São Paulo.
Balanço Foram apreendidos na cidade de São Paulo, entre dezembro de 2010 a junho de 2012, mais de 60 milhões de produtos ilegais, sendo 40 milhões em estabelecimentos comerciais, avaliados em R$ 2 bilhões, resultado de 38 operações integradas com organismos federais, estaduais e municipais.
Mais de 600 estrangeiros foram detidos por estarem sem documentação regular, sendo 150 notificados pela Polícia Federal a deixar o País. Em operações conjuntas das Subprefeituras e da Guarda Civil Metropolitana foram apreendidos nas ruas mais 20 milhões de produtos ilegais.
Prefeitura de SP decide cassar licença do shopping Higienópolis
A Prefeitura de São Paulo decidiu ontem cassar o alvará de funcionamento do shopping Pátio Higienópolis.
A decisão foi tomada porque a garagem principal do prédio funciona sem licença.
A prefeitura diz que só descobriu a irregularidade após a Folha entrevistar Daniela Gonzalez, ex-diretora financeira da BGE, empresa do grupo Brookfield sócia do empreendimento, que acusa o shopping de ter pago propina para obter alvarás de reforma.
Um dos pagamentos, diz a ex-executiva, foi para que a prefeitura aceitasse um contrato falso de estacionamento, documento necessário para que a Secretaria dos Transportes desse o seu aval para o licenciamento do prédio.
A pasta exigiu 1.994 vagas de garagem para os clientes do shopping. Os quatro andares de estacionamento do prédio teriam de abrigar 1.524 carros. Os demais ficariam, segundo o contrato, em dois estacionamentos privados -um a 300 metros, o outro a 1 km do shopping.
A Folha checou e, nesses dois locais, nunca houve nenhum convênio com o shopping Higienópolis.
Integrantes da equipe de treinamento da Folha contaram o número de vagas do estacionamento principal e constataram que, no máximo, ele comporta 1.175 veículos, menos que o mínimo exigido.
Fiscais da subprefeitura também constataram que há vagas a menos, mas não divulgaram a informação.
Por não cumprir as exigências, o alvará do estacionamento não foi concedido.
OUTROS SHOPPINGS
O shopping Pátio Paulista, que segundo Daniela Gonzalez também pagou propina para obter benefícios, está em situação semelhante: a prefeitura abriu processo de cassação do alvará porque o estacionamento não tem licença de funcionamento.
A prefeitura também constatou que um lava-rápido funciona em um local que seria reservado para vagas.
O prazo para o shopping sanar as irregularidades termina no fim desta semana. Se não cumprir o prazo, também terá o alvará cassado.
O shopping Plaza Mooca, inaugurado em novembro, funciona sem alvará e a prefeitura informou que irá interditá-lo no dia 20 porque não conseguirá, até lá, cumprir todas as exigências para obter o alvará.
Os shoppings dizem que cumprirão todas as exigências da prefeitura no prazo.
OUTRO LADO
O shopping Pátio Higienópolis não se manifestou ontem sobre a cassação de seu alvará de funcionamento nem sobre o fim do prazo para a comprovação da regularidade do empreendimento.
De acordo com o shopping, os advogados estavam reunidos no fim da tarde e início da noite e não seria possível obter qualquer informação.
A Multipark, que administra o estacionamento, informou que a situação está regular, pois deu entrada, no dia 21, no pedido de alvará.
Segundo Sergio Morad, da Multipark, a situação regular do shopping não deve ser confundida com a atividade do estacionamento.
Sem dar detalhes, ele diz que, mesmo que o alvará não saia, há uma solução provisória: deixar de cobrar estacionamento dos clientes.
A empresa não comentou a informação de que há menos vagas do que o previsto.
SEM PROPINA
A BGE, uma das sócias do shopping e que administrava o empreendimento até o fim do ano passado, afirma desconhecer o pagamento de propina a agentes públicos.
Sobre os estacionamentos, a BGE afirma que a situação estava regularizada quando ela administrava o shopping.
Questionado em outras oportunidades, o shopping informou que possui a quantidade de vagas que constam da planta do empreendimento aprovada pela prefeitura.
A atual administração do Higienópolis, composta por empresas que detêm 70% das ações do empreendimento, rejeitou os cálculos feitos pela Folha de que o empreendimento tem menos vagas do que o número mínimo exigido pela prefeitura.
Diz ainda que não pode se responsabilizar por atos praticados pelos administradores anteriores -no caso, a BGE, que possui 30% das ações do shopping.
SAIBA MAIS
O Ministério Público e a Corregedoria-Geral do Município apuram as irregularidades no Higienópolis.
Ex-executivos da BGE disseram aos promotores que houve pagamento de propina para funcionários de três secretarias durante as obras. Eles negam as acusações.
A Corregedoria apura quais são os servidores responsáveis pela liberação nas secretarias de Transportes, Habitação e Verde e Meio Ambiente.
Fonte: Folha.com.br
O empreendimento não conseguiu comprovar ter as vagas de estacionamento exigidas pela prefeitura e, por isso, será notificado nos próximos dias. A partir disso, terá cinco dias para recorrer.
Caso não consiga decisão judicial favorável a seu funcionamento, o shopping deve ser lacrado até o fim deste mês --segundo cálculos de técnicos da prefeitura, considerando os prazos legais.
Se for fechado, o shopping terá de iniciar um novo processo de licenciamento, que pode levar meses.
A Folha confirmou a decisão de cassar o alvará com pessoas ligadas ao gabinete do prefeito Gilberto Kassab (PSD) e do secretário das Subprefeituras, Ronaldo Camargo.
No "Diário Oficial" da Cidade desta quarta-feira, a Supervisão Técnica de Uso do Solo e Licenciamentos da Subprefeitura da Sé publicou despacho com a cassação do auto de licença de funcionamento do shopping, que havia sido emitido pela última vez em 3 de novembro de 2011.
Pátio Higienópolis não conseguiu comprovar ter as vagas de estacionamento exigidas pela Prefeitura de SP
A prefeitura diz que só descobriu a irregularidade após a Folha entrevistar Daniela Gonzalez, ex-diretora financeira da BGE, empresa do grupo Brookfield sócia do empreendimento, que acusa o shopping de ter pago propina para obter alvarás de reforma.
Um dos pagamentos, diz a ex-executiva, foi para que a prefeitura aceitasse um contrato falso de estacionamento, documento necessário para que a Secretaria dos Transportes desse o seu aval para o licenciamento do prédio.
A pasta exigiu 1.994 vagas de garagem para os clientes do shopping. Os quatro andares de estacionamento do prédio teriam de abrigar 1.524 carros. Os demais ficariam, segundo o contrato, em dois estacionamentos privados -um a 300 metros, o outro a 1 km do shopping.
A Folha checou e, nesses dois locais, nunca houve nenhum convênio com o shopping Higienópolis.
Integrantes da equipe de treinamento da Folha contaram o número de vagas do estacionamento principal e constataram que, no máximo, ele comporta 1.175 veículos, menos que o mínimo exigido.
Fiscais da subprefeitura também constataram que há vagas a menos, mas não divulgaram a informação.
Por não cumprir as exigências, o alvará do estacionamento não foi concedido.
OUTROS SHOPPINGS
O shopping Pátio Paulista, que segundo Daniela Gonzalez também pagou propina para obter benefícios, está em situação semelhante: a prefeitura abriu processo de cassação do alvará porque o estacionamento não tem licença de funcionamento.
A prefeitura também constatou que um lava-rápido funciona em um local que seria reservado para vagas.
O prazo para o shopping sanar as irregularidades termina no fim desta semana. Se não cumprir o prazo, também terá o alvará cassado.
O shopping Plaza Mooca, inaugurado em novembro, funciona sem alvará e a prefeitura informou que irá interditá-lo no dia 20 porque não conseguirá, até lá, cumprir todas as exigências para obter o alvará.
Os shoppings dizem que cumprirão todas as exigências da prefeitura no prazo.
OUTRO LADO
O shopping Pátio Higienópolis não se manifestou ontem sobre a cassação de seu alvará de funcionamento nem sobre o fim do prazo para a comprovação da regularidade do empreendimento.
De acordo com o shopping, os advogados estavam reunidos no fim da tarde e início da noite e não seria possível obter qualquer informação.
A Multipark, que administra o estacionamento, informou que a situação está regular, pois deu entrada, no dia 21, no pedido de alvará.
Segundo Sergio Morad, da Multipark, a situação regular do shopping não deve ser confundida com a atividade do estacionamento.
Sem dar detalhes, ele diz que, mesmo que o alvará não saia, há uma solução provisória: deixar de cobrar estacionamento dos clientes.
A empresa não comentou a informação de que há menos vagas do que o previsto.
SEM PROPINA
A BGE, uma das sócias do shopping e que administrava o empreendimento até o fim do ano passado, afirma desconhecer o pagamento de propina a agentes públicos.
Sobre os estacionamentos, a BGE afirma que a situação estava regularizada quando ela administrava o shopping.
Questionado em outras oportunidades, o shopping informou que possui a quantidade de vagas que constam da planta do empreendimento aprovada pela prefeitura.
A atual administração do Higienópolis, composta por empresas que detêm 70% das ações do empreendimento, rejeitou os cálculos feitos pela Folha de que o empreendimento tem menos vagas do que o número mínimo exigido pela prefeitura.
Diz ainda que não pode se responsabilizar por atos praticados pelos administradores anteriores -no caso, a BGE, que possui 30% das ações do shopping.
SAIBA MAIS
O Ministério Público e a Corregedoria-Geral do Município apuram as irregularidades no Higienópolis.
Ex-executivos da BGE disseram aos promotores que houve pagamento de propina para funcionários de três secretarias durante as obras. Eles negam as acusações.
A Corregedoria apura quais são os servidores responsáveis pela liberação nas secretarias de Transportes, Habitação e Verde e Meio Ambiente.
Fonte: Folha.com.br
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07-julho,
Centro,
notícias,
Shopping Pátio Higienópolis
Burocracia trava expansão e expõe a face da corrupção
Um dos braços de negócios de um grupo de
varejo teria contratado empresas para "esquentar" o pagamento de
propina para suposta liberação de obras em empreendimentos. A matriz de uma
mega rede de hipermercados decide investigar se suas subsidiárias, inclusive no
Brasil, teriam conhecimento da existência de subornos a funcionários públicos
para agilizar a abertura de lojas.
Shopping Higienópolis, em área nobre da capital paulista: na cidade, é preciso passar por pelo menos 60 órgãos da Prefeitura para obter licença de funcionamento
O primeiro caso, sob investigação do Ministério Público,
envolve a Brookfield Gestão de Empreendimentos e, o segundo, informado pela
rede Walmart, está sendo apurado pelo comando do grupo americano no mundo.
Ambos vieram à tona recentemente e levam executivos, empresários e analistas a
discutir uma questão importante: como expandir seu negócio, no ritmo demandado
pelo consumidor, sem driblar a legislação. É missão quase impossível.
São abertos de 30 a 40 shoppings no Brasil ao ano, em
média. Em 2011 foram 36 shoppings inaugurados, três por mês, segundo a Alshop,
entidade setorial. No varejo alimentar, calcula-se que 900 supermercados e
hipermercados tenham sido abertos em 2011, segundo a Abras, associação do
setor. Ao mesmo tempo em que essa forte expansão do varejo aconteceu, redes de
comércio e construtoras de shoppings dizem que o processo de liberação para
funcionamento de um negócio ficou bem mais complexo.
Ao comentar as dificuldades de abertura de shoppings, a
WTorre informou que tem sido necessário passar por uma média de 62 a 75 órgãos
da Prefeitura Municipal de São Paulo, ao longo do processo de construção de um
shopping, para se conseguir a certidão de "habite-se". Nos últimos
cinco anos, "esse volume aumentou algo em torno de 20%", comentou em
entrevista recente ao Valor Walter Torre, presidente da WTorre. E,
sem isso, não avança. "O que acontece é que a burocracia hoje pega muito
menos o pequeno empresário, que usa do sistema Simples, do que o grande
empresário.
Quanto maior a estrutura da operação, maior a dor de
cabeça", diz Nelson Barrizzelli, professor de economia da USP e
especialista em varejo. "Isso, obviamente, não é justificativa para
eventuais atos ilícitos. "A questão é que muitas vezes, o que existe é um
esquema para criar dificuldades e, dessa forma, 'vender' facilidades".
Como pano de fundo dessa discussão há uma questão
estratégica. Donos de shoppings e supermercados precisam abrir operações a
partir do zero. São as novas lojas que puxam os resultados finais dos grupos
para cima, mostram seus relatórios de resultados.
Ex-executivos de redes varejistas, prestadores de
serviços e gestores de shoppings ouvidos pelo Valor contam,
sob a condição de anonimato, que há de pequenos delitos a irregularidades
grosseiras nas negociações para abertura de lojas e de centros comerciais.
"Há loja pequena operando com licença de oficina mecânica, só para dizer
que tem um alvará, e tem loja que abre sem a licença", diz um
ex-superintendente de loja.
Um prestador de serviços ouvido conta que chegou a participar
da inauguração de um supermercado no Estado de Goiás sem saída de incêndio e
com uma única porta de entrada. "Se você vê algo assim, desconfia",
afirma a fonte. "E o comandante do Corpo de Bombeiros da cidade estava na
abertura".
Segundo um consultor de gestão, há empreiteiras, via
empresas terceirizadas, que resolvem eventuais problemas, via pagamento de
propinas, para a abertura de um novo negócio. "Empresa grande nem se mete
nisso", diz ele. "E quanto mais para o Norte do país, e mais para o
interior das capitais, mais fácil tratar desses assuntos e pagar por fora para
abrir loja mais rápido", diz. "Tem meia dúzia de secretários que
mandam na cidade e, além disso, o prefeito sempre quer ter um shopping ou uma
loja grande no município pequeno, o que facilita tudo", afirma.
Há casos em que pequenas divergências podem virar motivo
para se negociar comissões extras. "Teve um caso de uma rede que contratou
uma empresa de fora da cidade para montar a loja. De repente começou a empacar
tudo. Mudaram a fornecedora para uma empresa da cidade e a coisa
engrenou".
Fonte: Valor.com.br
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06-junho,
Centro,
notícias,
Shopping Pátio Higienópolis
Fundo Shopping Higienópolis ainda não se pronunciou sobre multas
Cotistas do fundo imobiliário negociado em Bolsa ainda não receberam posicionamento oficial sobre irregularidades e possível cassação de alvará
A empresa que administra o estacionamento do shopping – a Ebel – acaba de ser multada em 300.000 reais, uma vez que o estacionamento não tem alvará para funcionar. O shopping já sabia da irregularidade desde janeiro de 2010, conforme mostram documentos internos. Caso não explique as irregularidades, o local pode ser interditado e ter seu alvará de funcionamento cassado em 15 dias, diz a reportagem da Folha desta terça-feira.
Na sexta-feira, outro processo já havia sido aberto para apurar se o contrato para vagas extras de garagem em locais próximos apresentado pelo shopping é verdadeiro. O centro de compras foi multado em 1,5 milhão de reais por não ter comprovado possuir 470 vagas extras. Uma ex-executiva da Brookfield Gestão de Empreendimentos (BGE), administradora do shopping destituída em janeiro, havia denunciado, na semana passada, que o empreendimento pagou 133.000 reais de propina para que a Prefeitura de São Paulo aceitasse contrato falso referente a essas vagas em 2009.
Embora ainda detenha 30% do shopping, a Brookfield foi destituída da administração no dia 23 de janeiro deste ano, “com o objetivo de buscar uma administração mais eficiente e menos onerosa”, diz o Fato Relevante publicado na ocasião. A empresa entrou com processo para invalidar a decisão, da qual não participou (por haver conflito de interesse, diz o Fato Relevante), mas teve indeferido em primeira e segunda instâncias o pedido liminar para permanecer como administradora até a prolação da sentença. A administração do shopping foi exercida interinamente pela síndica até a contratação da Companhia Administradora de Empreendimentos e Serviços, da JHSF, em 25 de maio deste ano.
Fonte: Exame
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06-junho,
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Shopping Pátio Higienópolis
Com nova irregularidade, shopping Higienópolis pode ser fechado
A Prefeitura de São Paulo aplicou nesta segunda-feira uma nova multa ao shopping Higienópolis, na região central, e iniciou o processo de cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento.
De acordo com a prefeitura, hoje foi constatado que o estacionamento interno não tem alvará e, por isso, o shopping pode ser interditado.
A administração tem 15 dias, contados a partir de hoje, para explicar a irregularidade.
A falta desse documento obrigatório foi apontada pela Folha à nova direção do shopping, com base nos documentos internos obtidos pela reportagem. O shopping confirmou a inexistência.
A prefeitura decidiu fiscalizar o Higienópolis após Daniela Gonzalez, ex-executiva da BGE, braço do grupo Brookfield, que administrava o shopping, afirmar à Folha que a empresa pagou propina a agentes públicos para poder ampliar sua área.
O shopping, diz Daniela, pagou, em 2008, R$ 133 mil ao ex-diretor da prefeitura Hussain Aref Saab para driblar a exigência de ter 1.994 vagas de estacionamento.
Após uma vistoria na sexta-feira, o shopping já tinha sido multado em 1,5 milhão pela prefeitura, que julgou que as informações fornecidas sobre as vagas de garagem exigidas não eram suficientes.
OUTRO LADO
Sobre a nova multa de R$ 300 mil e a abertura de processo de cassação do alvará do empreendimento, o Higienópolis se limitou a dizer:
"O shopping dispõe de todas as licenças e certidões necessárias ao seu funcionamento. Quem precisa de alvará específico é a empresa administradora do estacionamento, a quem incumbe a responsabilidade de obter suas licenças", diz nota.
Fonte: Folha.com.br
De acordo com a prefeitura, hoje foi constatado que o estacionamento interno não tem alvará e, por isso, o shopping pode ser interditado.
A administração tem 15 dias, contados a partir de hoje, para explicar a irregularidade.
A falta desse documento obrigatório foi apontada pela Folha à nova direção do shopping, com base nos documentos internos obtidos pela reportagem. O shopping confirmou a inexistência.
A prefeitura decidiu fiscalizar o Higienópolis após Daniela Gonzalez, ex-executiva da BGE, braço do grupo Brookfield, que administrava o shopping, afirmar à Folha que a empresa pagou propina a agentes públicos para poder ampliar sua área.
O shopping, diz Daniela, pagou, em 2008, R$ 133 mil ao ex-diretor da prefeitura Hussain Aref Saab para driblar a exigência de ter 1.994 vagas de estacionamento.
Após uma vistoria na sexta-feira, o shopping já tinha sido multado em 1,5 milhão pela prefeitura, que julgou que as informações fornecidas sobre as vagas de garagem exigidas não eram suficientes.
OUTRO LADO
Sobre a nova multa de R$ 300 mil e a abertura de processo de cassação do alvará do empreendimento, o Higienópolis se limitou a dizer:
"O shopping dispõe de todas as licenças e certidões necessárias ao seu funcionamento. Quem precisa de alvará específico é a empresa administradora do estacionamento, a quem incumbe a responsabilidade de obter suas licenças", diz nota.
| Editoria de Arte/Folhapress |
Fonte: Folha.com.br
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06-junho,
Centro,
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Shopping Pátio Higienópolis
Após vistoria, prefeitura multa shopping em R$ 1,5 mi
O secretário de coordenação das subprefeituras de São Paulo, Ronaldo Camargo, disse em entrevista coletiva nesta sexta-feira que o shopping Pátio Higienópolis será multado em mais de R$ 1,5 milhão porque não apresentou até as 16h os documentos que comprovem o número mínimo de vagas de garagem, exigido pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
De acordo com ele, os documentos do shopping, apresentados em agosto de 2008, eram válidos até o ano passado, já que o contrato inicial era de três anos. No entanto, a administração do empreendimento deixou de entregar, após vistoria feita na manhã de hoje, os mesmos contratos de convênio referentes ao período de agosto de 2011 até agora.
Ainda segundo Camargo, além do alvará de funcionamento, a empresa responsável pelo Higienópolis entregou apenas um contrato de convênio com estacionamento da região assinado hoje, mas sem firma reconhecida.
Isso porque o shopping tem apenas 1.524 vagas internas e precisaria disponibilizar mais 470 para alcançar 1.994 vagas obrigatórias, por conta de acordo assinado com a liberação de obras de expansão do Higienópolis, realizada em 2008.
"(Eles) estavam intimados a apresentar os contratos com os estacionamentos e apresentaram no lugar um instrumento particular de contrato e prestação de serviços de estacionamento e guarda de veículos de uma empresa registrada na Junta Comercial de São Paulo que, a princípio, está correto. Entretanto, não há reconhecimento de firma e demais questões jurídicas necessárias. Em função disso, a coordenação das subprefeituras de São Paulo está emitindo ainda até amanhã cedo uma multa de R$ 1.502.420".
Com isso, pelo prazo legal, o shopping Higienópolis tem mais 15 dias para explicar ou entregar os documentos restantes. Além disso, como o documento entregue não está reconhecido, o secretário de coordenação das subprefeituras de São Paulo afirmou que o contrato será enviado à secretaria de Transportes e ao corregedor-geral da prefeitura de São Paulo com o objetivo de checar a veracidade do convênio.
"Não sabemos se este contrato é verídico. Não é comum que uma autoridade chegue num empreendimento importante e não encontro o mínimo exigido pela lei. Nesse sentido estamos enviando o contrato ao nosso corregedor geral do município que é quem está coordenando a questão investigativa", disse.
Além disso, a Prefeitura também confirmou que a CET vai fazer uma vistoria nos estacionamentos citados no contrato entregue hoje pela administração do shopping. Camargo explicou que as vagas externas também não podem estar a mais de 200 m de distância do empreendimento.
Fora a multa de aproximadamente R$ 1,5 milhão, a empresa responsável também foi penalizada em R$ 500 por não fixar o alvará de funcionamento em local visível e de acesso a todos. O shopping Higienópolis está sujeito a outras penalidades caso a empresa administradora não entregue os documentos solicitados. Mas, por questões jurídicas, o secretário não quis falar em novas multas ou interdição.
Entenda
Uma ex-diretora financeira da BGE, empresa do grupo Brookfield, disse que a multinacional pagou, entre os anos de 2008 e 2010, R$ 1,6 milhões em propinas para liberar obras irregulares nos shoppings Higienópolis e Paulista, em São Paulo. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Daniela Gonzalez afirma que a empresa que administrava vários shoppings pagou propina ao ex-diretor do Departamento de Aprovação de Edificações (Aprov) da cidade, Hussain Aref Saabe, e ao vereador Aurélio Miguel (PR).
Uma ex-diretora financeira da BGE, empresa do grupo Brookfield, disse que a multinacional pagou, entre os anos de 2008 e 2010, R$ 1,6 milhões em propinas para liberar obras irregulares nos shoppings Higienópolis e Paulista, em São Paulo. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Daniela Gonzalez afirma que a empresa que administrava vários shoppings pagou propina ao ex-diretor do Departamento de Aprovação de Edificações (Aprov) da cidade, Hussain Aref Saabe, e ao vereador Aurélio Miguel (PR).
Segundo Daniela, Aref recebeu suborno dos dois shopping em vários momentos e Aurélio Miguel intermediou na CET, onde tem influência política, as obras de ampliação do Pátio Paulista, mesmo sem o cumprimento das exigências do órgão. Aurélio Miguel e Aref negam as acusações e, por meio de nota, a Brookfield disse não compactuar com atos ilícitos. Daniela foi demitida da empresa em 2010 e repetiu as mesmas acusações ao Ministério Público, que já abriu inquérito para apurar o caso.
Em nota, o shopping Pátio Higienópolis disse que entregou hoje ao subprefeito da Sé e à diretoria da CET os documentos solicitados durante visita ao local, "atendendo ao prazo estabelecido".
Fonte: Terra.com.br
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06-junho,
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Shopping Pátio Higienópolis
Shopping pode ser demolido
O corregedor-geral da prefeitura de São Paulo, Edilson Mongenot, deu uma entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira sobre as denúncias do pagamento de R$ 1,6 milhão em propinas para liberar obras irregulares nos shoppings Higienópolis e Paulista, em São Paulo. Mongenot afirmou que, caso se comprove o esquema ilícito, o shopping Higienópolis pode ser interditado, ou até mesmo demolido.
"Se tiver uma área irregular de 100 m, mas uma área regular de 2 mil m, nós vamos focar nos 100 m", explicou o corregedor. Entre as denúncias, está a de que o shopping Higienópolis funciona com uma autorização ilícita. A corregedoria requisitará amanhã o contrato do estabelecimento para averiguar a informação. Há suspeitas de que o contrato com uma empresa particular que participa da gerência do estacionamento do local seja ilegal.
A propina seria paga ao ex-diretor do Departamento de Aprovação de Edificações (Aprov) da prefeitura de São Paulo, Hussain Aref Saab. Ele foi exonerado pelo prefeito Gilberto Kassab quando as denúncias estouraram. No entanto, garante Mongenot, existem mais pessoas envolvidas no esquema.
O corregedor afirmou que trabalha neste caso desde agosto do ano passado e adiantou: "Entregaremos, nos próximos dias, mais 24 nomes envolvidos". Segundo ele, estas pessoas não são funcionários públicos, mas particulares e construtoras. "Recomendamos que o Ministério Público avance nas investigações, pois não temos poder para avançar, como quebra de sigilo, por exemplo", disse.
Na manhã desta quinta-feira, o MP de São Paulo cumpriu mandados de busca e apreensão na casa e na empresa de Hussain Aref Saab. O promotor de Justiça do Patrimônio Público Silvio Antonio Marque também afirmou que as investigações não envolvem apenas o ex-servidor, nem o vereador Aurélio Miguel (PR), acusado de participação no esquema de pagamento de propinas para liberação de obras em São Paulo. Segundo o corregedor da prefeitura paulistana, os fatos são graves demais "para estar na mão de um vereador, que não poderia faze-lo" sozinho.
Fonte: Terra.com.br
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06-junho,
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Shopping Pátio Higienópolis,
Shopping Patio Paulista,
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Shopping Light - junho - Campeonato de Rummikub
Não perca a 10º Etapa do campeonato de Rummikub no Shopping
Light!
Data: 02/06
Horário: 12h
Na praça de eventos - Piso Térreo
Campeonato Rummikub
O Rummikub é um dos jogos mais vendidos no mundo. A Grow está promovendo o Campeonato Nacional de Rummikub e levará o vencedor ao Campeonato Mundial, na Itália. Participe das etapas, seja vencedor de uma delas e garanta sua vaga na final.
Data: 02/06
Horário: 12h
Na praça de eventos - Piso Térreo
Campeonato Rummikub
O Rummikub é um dos jogos mais vendidos no mundo. A Grow está promovendo o Campeonato Nacional de Rummikub e levará o vencedor ao Campeonato Mundial, na Itália. Participe das etapas, seja vencedor de uma delas e garanta sua vaga na final.
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06-junho,
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Educativo,
Entretenimento,
Infantil,
Promoção,
Shopping Light
JHSF vai assumir o Pátio Higienópolis
A incorporadora JHSF, dona do shopping Cidade Jardim, foi escolhida para administrar o Shopping Pátio Higienópolis, na região central de São Paulo. Desde o ano passado, quando a Brookfield, acionista minoritária do empreendimento, deixou a administração do shopping por imposição dos demais sócios, o Pátio Higienópolis vinha sendo tocado pelos próprios investidores. Recentemente os acionistas realizaram uma concorrência para escolher uma empresa especializada. A escolha da JHSF não é confirmada oficialmente por nenhuma das partes, mas pessoas que tiveram acesso ao resultado afirmam que a empresa comandada por José Auriemo saiu-se vencedora.
Com a administração da JHSF, o Pátio Higienópolis deverá passar por um rearranjo gradual do seu portfólio de lojas. Marcas de luxo, especialidade da empresa, deverão assumir alguns espaços no centro de compras que fica em um dos bairros de maior poder aquisitivo da cidade.
![]() |
| Ilustração: Shopping Pátio Higienópolis |
Com a administração da JHSF, o Pátio Higienópolis deverá passar por um rearranjo gradual do seu portfólio de lojas. Marcas de luxo, especialidade da empresa, deverão assumir alguns espaços no centro de compras que fica em um dos bairros de maior poder aquisitivo da cidade.
Fonte: Exame.abril.com.br
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05-maio,
Centro,
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Shopping Pátio Higienópolis
Shopping Center 3 - maio - Promoção
A cada R$200,00 em compras ganhe um kit composto por uma vela aromática, um massageador e duas cápsulas de óleo para massagem. Promoção válida até o dia 12/maio. confira no site do shopping o regulamento.
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Centro,
Dia das Mães,
Promoção,
Shopping Center 3
Shopping Pátio Higienópolis - abril/maio - Promoção
Promoção dia das Mães
A cada R$ 500 em compras troque suas notas por um cupom para concorrer a um diamante de 2 quilates.
Compras realizadas nas máquinas da Cielo valem cupons em dobro! aproveite...
A cada R$ 500 em compras troque suas notas por um cupom para concorrer a um diamante de 2 quilates.
Compras realizadas nas máquinas da Cielo valem cupons em dobro! aproveite...
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